Há muito tempo aquela cidade era somente minha. Eu era o único ser imortal que perambulava pelas ruas e se deleitava com o sangue dos inocentes. Agora não mais. A cidade fora invadida por miseráveis desprovidos de moral, desprovidos de beleza e força. E eu acabara com todos eles. Um por um, pouco a pouco. Uns foram expostos ao sol, outros deixando todo o sangue escorrer de seus corpos até se parecerem com ameixas secas. E outros ainda eu entregara para os lobos, para assim quem sabe, garantir mais algumas longas noites sem confusão. E tudo ia muito bem. E eu tinha um Teatro sob o meu comando. Era nesse teatro que eu aliciava alguns humanos encantadores para me servir. E era lá que o verdadeiro monstro em mim se escondia, se furtava e as poucas lembranças de minha vida mortal se tornavam realidade.
Meu conforto era a Biblioteca Municipal. Lá eu ficava apenas analisando, observando as pessoas que passavam. Às vezes, chegava até a esbarrar em algumas de propósito, para que seu perfume doce ficasse em minhas vestes e eu pudesse me deliciar quando chegasse à minha casa.
Uma noite como noutra qualquer e eu a vi passar. Pelo cheiro não era humana. Queria ter certeza. Cheguei mais perto e passei por ela sem que ela chegasse a perceber. Entrei no beco e cheirei minha mão que havia roçado em seu vestido. Sim, ela era uma de nós.
Pelo andar firme e pelo modo como ela olhava para as pessoas e a cidade, provavelmente não era dali, estava apenas de passagem. Senti grande poder emanando dela. Poucas pessoas poderiam se igualar em poder a mim, até hoje como ela.
Eu tinha de conhecê-la, tinha de saber o que a fazia acordar todas as noites, e o que a fazia se deitar também. Queria saber de onde que vinha tamanha força. Não querendo parecer machista, mas nunca conhecera uma mulher com habilidades suficientes para chegar à minha altura.
Deveria considerá-la um perigo? Deveria me unir com o resto de vampiros da cidade para queimar seu esconderijo enquanto ela dormia? Certamente eu tinha muitos contatos, inclusive humanos, que fariam isso por mim por um mísero gole de meu sangue. Mas não. O Pierrot apaixonado que eu interpretava no teatro era a minha alma, Era o meu personagem mais perfeito e o que melhor representava toda a minha vida.
Eu não era um assassino. Digo não para quem não merecesse. E ela não merecia. Mas conhece-se o ditado, não é mesmo? Tudo o que é estranho deve-se ser ou conhecido ou destruído, logo, eu tinha de me aproximar dela. Mas como? Como fazê-lo sem parecer uma intimidação.
Só há um jeito. Atraindo-a para a biblioteca. Lugar calmo e aconchegante aquele. E eu ali conhecia cada canto e cada lugar de cada livro. Sim, lá eu me sentiria mais a vontade.
Comecei a segui-la para ver quais lugares freqüentava. Em alguns momentos, eu jurava que ela me via. Mas não. Alguém com o meu estilo, não chamavam muito a atenção, de uma vampira. Um Pierrot quase que passava despercebido por tudo e todos. Nunca sendo levada muito a sério, minha fantasia era uma alavanca para ganhar a confiança das presas e de alguns vampiros desinformados.
Logo que a noite caia e a lua se levantava, eu saia para caçar. Minha obsessão era tanta, que nem ao menos escolhia mais as minhas presas. Eu pulava de meu caixão e corria até a rua mais deserta, e me alimentava do primeiro ser sem sorte que passasse por ali. Homem, mulher, criança, deficiente, não importava. E na maioria das vezes ainda dava para espiar a saída de minha amada desconhecida de seu refúgio, que por sinal era muito bem requintado. Já havia conhecido seu interior. Uma noite, enquanto ela saia, eu entrei para espiar o que ela carregava consigo. Assustei-me ao ver que apesar de mulher, tinha mais livros que vestidos, mais quadros de pinturas pitorescas que sapatos. E mesmo assim, ainda conseguia me cativar com suas roupas pela noite.
Pois quando numa noite acordei mais cedo. Muito mais cedo que o normal. E como já era de costume pulara de meu caixão e corri até o seu refúgio. O mal tempo me confundiu. Ainda era tarde e alguns raios do por do sol começaram o seu último banho de calor na cidade. Desesperei-me. Com milhões de lugares para me servir de abrigo, eu não encontrei nenhum. Senti a minha roupa esquentar. Precisava correr, logo seria a minha pele.
Sentei-me perto de umas sacolas de lixo. Elas me protegiam da luz, que ficou ali pouco mais que quinze minutos. Sorte a minha, pois esses poderiam ser os quinze minutos mais rápidos de minha miserável vida.
O sangue em minhas veias havia evaporado. Fechei os olhos e rezei para que algum humano passasse antes de minha bela donzela. Eu sabia exatamente como eu ficava quando estava faminto.
A noite segura enfim. A porta se abre. E lá vem a bela mulher. Salto alto agulha e vestido longo. Vestido especial hoje à noite. Posso ver o sangue correr em suas veias como se sua pele fosse totalmente transparente. O meu coração começa a bater mais forte. Lágrimas de sangue escorrendo de meus olhos e borrando a maquiagem de palhaço gótico. Os dentes afiados arranham meus lábios inferiores. Era à hora, a hora da besta tomar conta de mim. Diria "seja o que Deus quiser" se não fosse tão irônico.
Senti como se minha mente fosse sendo sugada para o fundo de minha alma e uma nuvem vermelha e densa ocupasse o meu local de controle corporal. Senti os braços e pernas cavalgarem, literalmente, na direção da mulher.
Um rugido, um salto e um corpo.
Um bêbado passava pelo local. O modo como o meu corpo bateu no corpo dele chamou a atenção da minha linda donzela, que ficou a olhar para mim. Enfim revelado. Enfim havia mostrado a minha verdadeira natureza. E quão decadente cenário eu mostrava. Envergonhado de mim mesmo, voltei para perto dos lixos. Um coração ensangüentado em uma mão e um fígado em outra. Meu desejo pelo sangue e pela carne revelados assim de forma tão primitiva e violenta. O que ela acharia de mim? Ver-me-ia como um animal sem princípios ou discrição?
Gotas de sangue caiam em minha fantasia. Escorriam pelo meu queixo e pingavam em mim. Os batimentos foram cessando. A mancha de sangue aumentando. Ela me encarava fixamente enquanto eu voltava a ser eu mesmo.
Eu estava saindo naquela noite de um refúgio que não era o meu. Eu não gostava muito de lugares escuros e nada luxuosos. Mas havia a pouco tido um amante que curtia aquele buraco. Eu não suportava a idéia, mas às vezes o meu tédio me levava ali e também havia um vampiro que acreditava que ali era a minha casa. É eu pensava com um belo sorriso sarcástico, ao menos ali havia mais livros e obras primas e nada ali lembrava muito o mundo feminino. O mundo este que eu somente curtia na alcova. Adorava ser mulher e ter os meus amantes. Sim eu os tinha, mas sempre um por vez e aleatoriamente, quase nenhum se conhecia ou cobrava minha fidelidade. Odiava isso. Eu era livre e gostava de ser livre. Pois então naquela noite agradável resolvi sair andando pelas ruas, para avistar do alto de alguma estrada deserta as belas luzes noturnas. Afinal o que poderia acontecer comigo. Eu era uma vampira. Aos transeuntes desavisados eu não era mais que uma bela mulher selvagem como parecia. Sim eu era selvagem, natural, instintiva até. Estava caminhando pela rua próxima ao local anterior e uma coisa me chamou atenção. Era um ser escondido no meio dos potes de lixo. Pensei deve ser algum bêbado ou traste da sociedade que nada vale pra mim. Nem o seu sangue eu quero, quanto mais a sua mísera companhia. E então eu vi o ataque. Sim havia o bêbado, mas também havia o predador. E o predador era nada mais do que o meu imaginado sonhado bobo da corte, o meu Pierrot. Eu percebi o que ele fizera afinal eu era extremamente antiga e isso pra mim era como manchetes nos jornais. Mas eu não o queria vexá-lo, não eu não sabia o porquê de Ele estar agindo assim, caçando assim, e eu realmente estava muito interessada em conhecê-lo. Sim conhecê-lo, mas não ali. Não o humilhando com minha beleza e aristocracia de Chefe, de líder, e com o meu autocontrole diante de cena tão patética, mísera e de seres insignificantes mortos. Eu jamais me alimentara assim. Eu havia criado um modo de me alimentar desde o principio como um psicopata. Nem morder minha vitima superficialmente eu a mordia. Não era tola o bastante pra isso, eu cortava a pele profundamente com minhas unhas, que mais lembravam garras de tão finas e fortes, e daí somente ai eu mordia a carne e sentia o sangue morno em minha bela boca. E também não era sempre que fazia isso. Eu quase não precisava me alimentar. Não sentia fome. Deve ser porque poucos ali me serviam de comida. Sim até meu organismo vampiro era aristocrático, e ao invés de me envergonhar por isso, eu adorava isso em mim e era esse comportamento que fez com que conquistasse o respeito dos líderes, dos mais fortes e daqueles poucos que realmente me importavam. E sabendo disso passei reto rumo ao meu carro que deixara distante. Eu vivia não como uma vampira, mas sim e sempre como uma bela mulher rica e excêntrica. Sim não era como outros que fugiam ou dormiam em espeluncas e caixões. Preferia passar minha noite na minha belíssima e macia cama e de preferência bem acompanhada e já naquele maldito lugar eu já estava me cansando de ficar sozinha, sem um amante que preste.
Eu estava querendo muito ir à Biblioteca Municipal. Não porque eu gostava daquele luxo todo e milhares de prateleiras e livros novos e velhos em todos os lugares e aquele monte de seres hipnotizáveis desfilando pra lá e pra cá, naquele silêncio tumular. Eu ansiava, desejava ir lá porque lá possuía os melhores livros e os mais impossíveis de se encontrar, e eram esses exemplares que eu gostava de sentir em minhas mãos e ler uma ou outra frase para poder me sentar lindamente na poltrona como uma estátua e meditar. Meditar sobre o passado e o presente. Sim eu realmente na minha longa vida somente fazia isso.... O conhecimento era algo extremamente importante pra mim. Conhecimento esse que adquirira mais por vivência do que por leitura, mais por prazer do que por necessidade, mais pelo tempo do que pelo gosto. Sim eu era uma bela e poderosa mulher vampira que desde sempre vivera só, com alguns poucos amantes e que vivia em todos os lugares do mundo e não aceitava jamais casta, raça, estandarte ou bandeira do que quer que seja. Eu era a Suíça da raça Vampira. E todos sem exceção ao me conhecer me respeitava como tal. Eu não era uma Deusa, mas me aproximava muito, devido o meu ar misterioso, enigmático. Não gostava de ninguém. Não me envolvia sentimentalmente com ninguém. Não perdia meu tempo também para brigar, lutar com ninguém, os poucos que me desrespeitaram não viveram segundos pra contar. Sim eu era selvagem e aristocrática, extremamente aristocrática. Assim como minha beleza e minha volúpia. Eu era extremamente antiga, acreditava e sentia que o Criador, no caso Deus, deva ter me criado até mesmo em um espírito vampiro, e pra me castigar me jogou neste planeta de seres gostosos, porém decadentes. Adorava observar os homens e as mulheres fortes. Os fracos e débeis eu os ignorava.... E eu somente aceitava a Natureza tal qual ela era não me importando muito qual reino pertencia. Eu era imortal, eterna, e todos eles também o eram, pelo menos era isso que os livros espiritualistas reencarnacionistas antigos afirmavam. Então tanto pra mim, Frauvivian quanto pra Deus tudo era certo, tudo era bom e tudo era necessário e válido. E ambos não nos metíamos em nada. A não ser se fosse para me defender. E nisso eu era perigosa, extremamente, plausivelmente perigosa. E naquela tarde em especial eu resolvi me decidi rapidamente ir para a biblioteca, não por causa das páginas amarelas de um livro qualquer, mas sim pelo puro motivo que eu queria muito ver um alguém que ficava lá perdendo ou passando seu tempo como um Bobo da Corte divertindo ou penso eu observando aqueles desprezíveis humanos. Eu tinha certeza que Ele sempre me vigiava enquanto lia e outra tinha certeza absoluta que por trás daquele visual idiota havia um belo exemplar masculino e vampiro. Sim um vampiro. Há muito saia naquele maldito lugar com alguns humanos e quase sempre tudo terminava em sangue. Logicamente o deles. Além de serem péssimos amantes, os idiotas eram frágeis. E pra mim frágeis como cristais. E eu queria muito, demasiadamente descobrir se aquele palhaço era um Vampiro que valia eu perder o meu tempo. Se fosse até o parabenizar ia por tal disfarce. E hoje se ele se aproximasse de mim nem que fosse só para me observar a minha beleza excêntrica, eu iria descobrir se o que eu imaginava correspondia com a verdade. Isso nem que eu tivesse que colocar todos aqueles seres ínfimos e ignorantes pra correr, ou então melhor, poderia desmaiá-los com os meus poderes. Hoje eu conheceria pessoalmente o homem por trás da roupa e da maquiagem. Vesti um belo vestido vermelho e longo, balancei a bela cabeleira loiro-avermelhada e calcei um belo par de saltos altos. E estava linda e pronta e agora era só dirigir até lá e esperar, esperar o rato se aproximar da gata e Capt! A gata aqui ia pegar o rato pra brincar ou então quem sabe....
Desci do carro no estacionamento e entrei na Biblioteca com a mesma facilidade de sempre. O guarda – noturno me levou até minha sala e nem precisei dizer nada, somente entrei com meu jeito ímpar de ser e dei-lhe um belo sorriso. Ele se desmanchara em cortesias. Eu as neguei todas, eu somente queria ficar lá na minha sala. Nela somente havia uma bela poltrona e alguns livros que estavam ali propositalmente para minha consulta. O que um belo exemplar feminino fazia com os humanos, e o meu modelo vinha acompanhado da perfeição vampiresca. Entrei em minha sala e me sentei confortavelmente em minha poltrona com minhas pernas cruzadas, o vestido caído mostrando minhas coxas firmes e torneadas. Lembrei novamente do ataque ao bêbado de ontem à noite e fiquei pensando, o meu espécime é um modelo antigo, logo ele vai vir me ver durante a noite. Pensei vou chamá-lo mentalmente será que ele terá a intuição de perceber que eu o estou chamando. Eu o chamei mentalmente apelidando o com carinho de Meu Bobo da Corte. É com um chamado desse de todo jeito ele iria atender. Ou apaixonado ou irritado, mas iria atender prontamente. Fiquei ali por alguns instantes, lindamente estática, com meus olhos fechados, meditando, esperando quando percebi a aproximação do meu Pierrot. Sim meu e isso apenas era questão de segundos e ele seria todo meu ou meu amante ou minha vitima. Ele não estava irritado. Ele parecia envergonhado apenas. Eu nem me movi e disse com voz sensual: _ Boa noite nobre Pierrot. Não tenha medo eu não mordo. Venha até aqui e me dá a honra e o mérito de conhecer o homem – vampiro por baixo da maquiagem. Ele veio até mim e como eu não me movi nem um centímetro ele abaixou perto da minha poltrona e disse com sua voz rouca: _ A honra e o mérito são meu nobre senhorita. Eu me virei pra perto dele e levei minha bela mão ao seu rosto e usando o meu dedo indicador encostei o no seu nariz e disse com voz sensual: _ Tire a sua maquiagem, por favor. Isso é para os outros. Pra mim quero o vampiro, o homem, o ser másculo por baixo de toda essa fantasia. Não aqui é claro. Na minha humilde residência. Sorri ao dizer humilde. Nada em mim era humilde. Eu devia ser a personificação do orgulho e da vaidade. Ele consentiu com a cabeça. E rapidamente estávamos os dois em meu carro rumo a minha humilde residência. Entramos no condomínio fechado que ficava a minha residência. Descemos do carro e o guiei até meu belíssimo quarto. Conforme andávamos eu ia pensando que ele era ótimo, pois saíra melhor que a encomenda, ele quase não falava. Ou seja, não me irritava com tolices. Levei-o até o meu banheiro e disse com minha voz sensual: _ Agora tome banho e se vista decentemente pra um vampiro e lave seu rosto, pois eu o quero conhecer. Não como palhaço, mas sim o líder que sei que é e que vive por baixo desses trapos. Sai deixando o sozinho no banheiro, sua roupa já estava lá e ele somente tinha que tomar banho e vesti-la. Afinal eu não me envolvia com a escória, fosse qual raça pertencesse. E com ele isso não seria nada diferente.
Por VIVIAN SOUZA E YURI!
domingo, 21 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Lá vai p/ quem gosta a 3 parte de um conto que terá 3 partes Penso Eu... Não ligue para as pessoas, sou eu mesma nos dois papéis...;)
Terceira – Parte
Até que... Não mais nos separe.
E eu, o Senhor Perfeito, estava ali abraçando finalmente o corpo do ser amado. Dando o meu primeiro beijo depois de tanto tempo. E aquele era igual a todos os outros primeiros beijos, a única coisa que mudava era o local. A sensação, o meu desejo e a minha satisfação eram sempre as mesmas. E tal sentimento em meu corpo funcionava como um remédio, uma droga, que em tempos em tempos, eu o Senhor Perfeito tinha que tomar em doses cavalares como bem posso assim definir já que imenso, enorme, grandioso era o meu prazer e a minha alegria.
Eu a beijava e abraçava com sofreguidão e ela como sempre me correspondia. Correspondia ao meu beijo, ao meu desejo, ao meu amor. O nosso primeiro beijo foi longo o bastante para fica gravado, marcado em meu corpo, por toda a minha eternidade, a minha imortalidade.
Nós nos olhamos demoradamente um para outro, ela a minha amada fascinada por minha beleza e condição, e eu encantado, agraciado e agradecido por finalmente Deus aceitar novamente que eu entrasse mais uma vez na sua vida e que desse momento em diante eu pudesse amá-la, adorá-la ou quem sabe.....
Ela acariciou meu rosto e suas mãos macias e quentes tremulavam ao me tocar. Sentamos ali no chão, um perto do outro e nos abraçamos. Nossas cabeças ficaram por um bom tempo encostadas um no ombro do outro. Ah! Como era dadivoso poder senti-la novamente. Quanto sofrimento, desespero, angústia e dor por esperá-la por tantos anos.
Novamente eu era e me sentia inteiro. O monstro agora daria lugar ao cavalheiro. Novamente eu me sentia completo e equilibrado. Não mais sentia que faltava algo. Eu estava novamente reconstituído. E agora pra mim era só felicidade ou .. infelicidade... Isso eu não podia prever... Agora somente Deus é quem sabia por quanto tempo..... E a imensa alegria que estava sentindo deu espaço a uma leve melancolia e tive medo de perdê-la.
Ficamos um bom tempo abraçados e em silêncio. Sim, em silêncio, pois palavra nenhuma poderia expressar o que eu estava sentindo. Para isso acontecer teria que acontecer o mesmo que acontecia comigo com outro, e eu em todo esse tempo, somente conhecia um desgraçado, um amaldiçoado, um infeliz, e esse era eu, justamente o Senhor Perfeito. O mais belo, o mais charmoso e o melhor líder, e em épocas e épocas o mais violento, o mais duro, o mais cruel.
Era eu que tivera a má sorte de me apaixonar por um anjo terreno e com essa paixão imorredoura, eu me tornei um amaldiçoado, um desgraçado na vida, se é que isso pode ser vida, e em tempos em tempos eu perdia o meu único amor pra Deus, pra Morte e isso iria acontecer até que....
Mas eu não queria pensar nisso, não, não mais. Eu somente queria ficar junto dela, abraçado, agarrado ao seu corpo, sentindo o seu cheiro e ouvindo o seu coração e sangue pulsar. Ah! Como isso era bom. Não havia mais nada que me desse tanto prazer e nada que me acalmava tanto.
Tudo agora me parecia perfeito. Eu estava com minha amada ali abraçada a mim, e eu podia me declarar, beijar e sentir e doar todo o meu amor há tanto tempo guardado, escondido, trancado. Mas como sempre existe algo pra estragar....
E então ouço vozes de outros vampiros, que se aproximavam rapidamente da casa. Um grupo estava se aproximando e não sei quais idiotas estavam pensando em atacar a casa. Raciocinei não mais como homem apaixonado, mas sim como líder que era e amaldiçoando e xingando em minha mente e prometendo lhes castigo, os vampiros burros e tolos o bastante para querer atacar seres humanos e pior, o que mais me irritara, me tirara a atenção do ser amado, fora eles não sentirem a minha presença, fiquei tão irritado que eu já estava prestes a me tornar o que realmente era, um monstro, um predador e o pior de todos eles. Foi sentir novamente as mãos de minha amada apertarem minha cintura e ouvir sua voz doce dizer algumas poucas palavras de amor, que me fez ficar mais calmo e parar o meu aborrecimento e reiterar o meu pensamento e com a continuada aproximação do grupo só pude então decifrar a intenção de que eles estavam vindo atrás de mim.
Eu levantei em busca da janela super rapido e já estava quase fora quando me dei por conta de que a minha querida era humana, apenas e nada mais que uma mulher humana. Eu me virei e a olhei e lá estava ela com seus braços ainda caídos ao lado do corpo e sua fisionomia assustada por minha rapidez. Ela recobrou os seus sentidos e com sua voz amável disse olhando para a janela atrás de mim: _ Perdão meu querido.
Agora fora eu que fiquei estático. Eu que devia pedir perdão. Eu era o monstro. Era eu que devia mil desculpas por não ser humano. E voltando pra ela, beijei-a e peguei- a no colo e saí em busca do maldito ou bendito grupo, não sabia ao certo. Ser vampiro era ótimo pra isso, carregávamos nossas amadas como se carrega brinquedos. Encontrei o bando em segundos.
Foi o líder do bando quem primeiro me cumprimentou:
_ Boa Noite Chefe.
Reconheci aquela voz feminina na hora. Era Desirree, a minha belissima Amante!
Eu coloquei minha amada no chão logo atrás de mim e disse alto ainda olhando pra minha querida: _ Desirree eu estou ótimo, feliz e agora quero que vocês vão embora. Sumam daqui. Senão vocês já sabem o que os esperam. Alguns nem terminaram de ouvir e foram imediatamente embora. Outros tolos e apaixonados por Desirree ficaram.
Eu então percebendo que como eu -eles fariam tudo por ela- continuei meu pequeno discurso: _ Desirree por respeito ao que já passamos juntos; à minha futura mulher e a minha felicidade e também em gratidão de você ter sido e ser importante pra mim, eu não vou fazer nada com nenhum de vocês. Mas agora vão. Deixem-me a sós agora.
Desirree não aceitou minhas palavras e perguntou com voz de zombaria: _ Então Chefe é esse ser Patético atrás de você que é a sua amada??? A sua amada imortal??? É Chefe vejo que precisas ou de óculos ou então um bom exame de cabeça. Ela nem lembra uma mulher quanto mais uma vampira. É por esse ser ínfimo que você sofre e sofreu tanto???
Percebi que a minha amada observou Desirree dos pés a cabeça e ficou boquiaberta assustada. Lógico se não ficasse seria um milagre. Desirree era uma ruiva Belíssima, selvagem, natural e se eu não fosse Louco por minha mulher, Ela poderia muito bem ser a minha mulher, a minha companheira e minha Rainha. Mas o caso não era esse... A minha mulher era muito mais bela que Desirree. E eu sabia perfeitamente disso como sabia, pois milhões e milhoes de vezes eu rezei, implorei pro Maldito Criador mandar, reencarnar a minha amada feia, quem sabe assim teria uma chance... Mas não Deus a reencarnava, a enviava cada vez mais bela, mais feminina e mais atrativa. Tudo nela fascinava os homens. E eu como ninguém conhecera ela em todas essas benditas vidas e eu somente eu podia dizer como ninguém o quanto a minha mulher era especial. O quanto ela havia evoluído como ser espiritual e pessoa. Sim ela era muito especial, por isso Deus sempre a tirava de mim. À minha mulher somente faltava uma coisa, uma condição, uma ... E essa era a minha esperança.
_ Desirree vá conversamos outra hora.
_ Chefe, Venha. Volte comigo. Eu vim te buscar. Volte pra mim, para o seu reino, para o seu povo.
_ Desirree você não vai me tirar do sério na frente da minha mulher. Não vou assustá-la. Não quero isso jamais.
E a bela ruiva não gostou nem um pouco da minha performance de homem apaixonado e se aproximando rápido disse com sua voz amável: _ E se eu a matar, Chefe??
Ao ouvir tais palavras eu a ataquei e peguei a minha bela ruiva, pelo pescoço e a suspendi no ar. Eu olhei a linda mulher em minha mão,e pensei seria tão fácil destruí-la e então lembrei de que a minha mulher, a minha querida estava vendo tal cena. Eu me virei e olhei para o rosto de minha amada e os seus olhos voltaram a lacrimejar. Eu fiquei atordoado com tal sofrimento e soltei Desirree e deslizei para abraçar a minha amada. Não eu não queria o seu sofrimento. Eu abracei-a e disse que eu não iria fazer nada demais e que Desirree apenas estava com ciúmes, por eu ter escolhido você e não ela, a rainha da beleza e selvageria.
Ela enxugou seus olhos em minha camisa e me abraçou e pela primeira vez em tanto tempo ela disse com sua voz triste: _ È porque eu não sou uma vampira como você e ela são.
Respondi afirmativamente com a cabeça e com minha mão segurando o seu queixo eu levantei sua cabeça e a beijei novamente.
E ao terminar de beijá-la e me afastar sorrindo ela disse também pela primeira vez em tanto tempo com sua voz firme, decidida: _ Eu posso ser, não posso???
Eu não acreditei no que eu ouvi. Depois de tanta e tanta dor, tanto sofrimento meu e das vitimas, depois de tantos e tantos anos, eu estava ali diante do que eu mais queria e ouvindo também o que até ali mais havia doído por todo esse tempo. Ela estava ali querendo a mesma condição que eu nascera. Deus, Diabos era isso. Eu sempre e somente precisei de outra mulher, de outra concorrente para o meu pobre coração de ser estúpido e apaixonado, e então num passe de mágica e ciúmes, eu ganharia a dádiva e a permissão de minha escolhida, de minha amada.
Mas espere pensei ela ainda não escolheu e meu sorriso ficou triste novamente e com minha costumeira voz de angústia perguntei: _ Terias minha amada coragem e disposição de ser como eu sou??? Quer realmente ser, se tornar uma vampira, um ser imortal e como dizem amaldiçoado desgraçado na vida ou na morte, sei lá eu???
Eu não podia ter a resposta ainda, eu não a queria ainda, não estava pronto, e então como apaixonado, enamorado que era por ela apenas a beijei e beijei e por mim ficaria ali sempre e grudado a sua boca, sua bela e carnuda boca. Ao menos enquanto eu a beijava e a abraçava eu podia manter as minhas esperanças acesas...
Mas eu não podia ficar ali somente a beijando por mais que eu quisesse, e então eu terminei o meu beijo já perguntando se ela queria conhecer primeiro o meu mundo, e como era natural a se pensar ela perguntou e as crianças?
E eu ingenuamente: _ Deixemos - as dormindo.
Ela ficou uma fera na hora, se afastou de mim e saiu sozinha em direção a velha casa.
Eu fiquei ali sozinho pensando com raiva de mim mesmo, eu devo ser um idiota. Homem apaixonado só diz e faz besteira mesmo e eu também devo ser o líder desta categoria. Categoria dos tolos apaixonados. E recobrando meus sentidos deslizei e peguei- a pela cintura e disse com minha voz rouca: _ Levemos as crianças, minha querida.
Ela olhou pra mim e disse com sua voz baixairritada: _ Como?? E eu com o jeito mais tranqüilo que pude e voz jovial respondi: _ De carro ora essa. Levemos para a sua família e depois você minha querida vem comigo. E olhando em seus olhos disse com um belo sorriso sensual e voz rouca, e a abraçando por trás de propósito: _ Você aceita ficar comigo?? Vir comigo?? Ser a minha mulher, minha única mulher??
Ela olhou para o meu rosto, fascinada, hipnotizada por tais palavras e por minha sensualidade e eu sorrindo maliciosamente, pois adorava isso em ser vampiro, ela então balançou sua cabeça afirmativamente, quase desfalecendo sem ar.
Ela se virou e me abraçou e sua cabeça ficou encostada em meu peito másculo. Ah! Como essa sensação era boa, era ótima, era gratificante até senti-la. Voltamos pra casa, colocamos as duas crianças no carro e saímos em direção à casa de seus pais. A minha querida já era adulta e não precisava mais ficar dando satisfações da sua vida, e isso era ótimo pra mim, porque de agora em diante, daquela noite em diante, ela seria minha e quem sabe...
Tudo correu como pensávamos e queríamos. Ninguém perguntou ou quis saber de nada. Ótimo pra mim. Bom pra minha mulher. Saímos a pé. Sem nada. Um abraçado ao outro. Juntos. Entramos em uma estrada deserta e eu a peguei no colo e em pouquíssimo tempo, eu estava em minha fortaleza, meu palácio, em meu trono com a tão sonhada, desejada mulher sentada no meu colo. E ela somente tinha olhos pra mim e nada mais. Ela nem mais se assustava. E eu estava ali sentado no lugar de direito com a minha amada imortal no colo, sentindo seu corpo, seu gosto, seu desejo.
E eu era novamente o Senhor Perfeito com sua Amada imortal esperando a tão sonhada resposta. E fui eu que não me esquecendo disso, sussurrei em seu ouvido e disse sei lá por quantas vezes já o fizera, já tinha a muito perdido as contas.
_ Eu a amo minha amada imortal.
E ela embevecida por tais palavras disse a mim com sua voz amável enfatizando todas as letras: _ E eu o amo meu amado imortal. E sim eu quero ser e viver com você sempre, pra sempre e Me Faça a Sua Mulher, sua Vampira, Sua Rainha.
E eu agradecendo mentalmente a Deus o meu presente, eu a beijei no pescoço e a mordi. Sim a mordi e assim finalmente a fiz Minha mulher, Minha Vampira e Minha Amada agora Imortal.
Por VIVIAN SOUZA.
Até que... Não mais nos separe.
E eu, o Senhor Perfeito, estava ali abraçando finalmente o corpo do ser amado. Dando o meu primeiro beijo depois de tanto tempo. E aquele era igual a todos os outros primeiros beijos, a única coisa que mudava era o local. A sensação, o meu desejo e a minha satisfação eram sempre as mesmas. E tal sentimento em meu corpo funcionava como um remédio, uma droga, que em tempos em tempos, eu o Senhor Perfeito tinha que tomar em doses cavalares como bem posso assim definir já que imenso, enorme, grandioso era o meu prazer e a minha alegria.
Eu a beijava e abraçava com sofreguidão e ela como sempre me correspondia. Correspondia ao meu beijo, ao meu desejo, ao meu amor. O nosso primeiro beijo foi longo o bastante para fica gravado, marcado em meu corpo, por toda a minha eternidade, a minha imortalidade.
Nós nos olhamos demoradamente um para outro, ela a minha amada fascinada por minha beleza e condição, e eu encantado, agraciado e agradecido por finalmente Deus aceitar novamente que eu entrasse mais uma vez na sua vida e que desse momento em diante eu pudesse amá-la, adorá-la ou quem sabe.....
Ela acariciou meu rosto e suas mãos macias e quentes tremulavam ao me tocar. Sentamos ali no chão, um perto do outro e nos abraçamos. Nossas cabeças ficaram por um bom tempo encostadas um no ombro do outro. Ah! Como era dadivoso poder senti-la novamente. Quanto sofrimento, desespero, angústia e dor por esperá-la por tantos anos.
Novamente eu era e me sentia inteiro. O monstro agora daria lugar ao cavalheiro. Novamente eu me sentia completo e equilibrado. Não mais sentia que faltava algo. Eu estava novamente reconstituído. E agora pra mim era só felicidade ou .. infelicidade... Isso eu não podia prever... Agora somente Deus é quem sabia por quanto tempo..... E a imensa alegria que estava sentindo deu espaço a uma leve melancolia e tive medo de perdê-la.
Ficamos um bom tempo abraçados e em silêncio. Sim, em silêncio, pois palavra nenhuma poderia expressar o que eu estava sentindo. Para isso acontecer teria que acontecer o mesmo que acontecia comigo com outro, e eu em todo esse tempo, somente conhecia um desgraçado, um amaldiçoado, um infeliz, e esse era eu, justamente o Senhor Perfeito. O mais belo, o mais charmoso e o melhor líder, e em épocas e épocas o mais violento, o mais duro, o mais cruel.
Era eu que tivera a má sorte de me apaixonar por um anjo terreno e com essa paixão imorredoura, eu me tornei um amaldiçoado, um desgraçado na vida, se é que isso pode ser vida, e em tempos em tempos eu perdia o meu único amor pra Deus, pra Morte e isso iria acontecer até que....
Mas eu não queria pensar nisso, não, não mais. Eu somente queria ficar junto dela, abraçado, agarrado ao seu corpo, sentindo o seu cheiro e ouvindo o seu coração e sangue pulsar. Ah! Como isso era bom. Não havia mais nada que me desse tanto prazer e nada que me acalmava tanto.
Tudo agora me parecia perfeito. Eu estava com minha amada ali abraçada a mim, e eu podia me declarar, beijar e sentir e doar todo o meu amor há tanto tempo guardado, escondido, trancado. Mas como sempre existe algo pra estragar....
E então ouço vozes de outros vampiros, que se aproximavam rapidamente da casa. Um grupo estava se aproximando e não sei quais idiotas estavam pensando em atacar a casa. Raciocinei não mais como homem apaixonado, mas sim como líder que era e amaldiçoando e xingando em minha mente e prometendo lhes castigo, os vampiros burros e tolos o bastante para querer atacar seres humanos e pior, o que mais me irritara, me tirara a atenção do ser amado, fora eles não sentirem a minha presença, fiquei tão irritado que eu já estava prestes a me tornar o que realmente era, um monstro, um predador e o pior de todos eles. Foi sentir novamente as mãos de minha amada apertarem minha cintura e ouvir sua voz doce dizer algumas poucas palavras de amor, que me fez ficar mais calmo e parar o meu aborrecimento e reiterar o meu pensamento e com a continuada aproximação do grupo só pude então decifrar a intenção de que eles estavam vindo atrás de mim.
Eu levantei em busca da janela super rapido e já estava quase fora quando me dei por conta de que a minha querida era humana, apenas e nada mais que uma mulher humana. Eu me virei e a olhei e lá estava ela com seus braços ainda caídos ao lado do corpo e sua fisionomia assustada por minha rapidez. Ela recobrou os seus sentidos e com sua voz amável disse olhando para a janela atrás de mim: _ Perdão meu querido.
Agora fora eu que fiquei estático. Eu que devia pedir perdão. Eu era o monstro. Era eu que devia mil desculpas por não ser humano. E voltando pra ela, beijei-a e peguei- a no colo e saí em busca do maldito ou bendito grupo, não sabia ao certo. Ser vampiro era ótimo pra isso, carregávamos nossas amadas como se carrega brinquedos. Encontrei o bando em segundos.
Foi o líder do bando quem primeiro me cumprimentou:
_ Boa Noite Chefe.
Reconheci aquela voz feminina na hora. Era Desirree, a minha belissima Amante!
Eu coloquei minha amada no chão logo atrás de mim e disse alto ainda olhando pra minha querida: _ Desirree eu estou ótimo, feliz e agora quero que vocês vão embora. Sumam daqui. Senão vocês já sabem o que os esperam. Alguns nem terminaram de ouvir e foram imediatamente embora. Outros tolos e apaixonados por Desirree ficaram.
Eu então percebendo que como eu -eles fariam tudo por ela- continuei meu pequeno discurso: _ Desirree por respeito ao que já passamos juntos; à minha futura mulher e a minha felicidade e também em gratidão de você ter sido e ser importante pra mim, eu não vou fazer nada com nenhum de vocês. Mas agora vão. Deixem-me a sós agora.
Desirree não aceitou minhas palavras e perguntou com voz de zombaria: _ Então Chefe é esse ser Patético atrás de você que é a sua amada??? A sua amada imortal??? É Chefe vejo que precisas ou de óculos ou então um bom exame de cabeça. Ela nem lembra uma mulher quanto mais uma vampira. É por esse ser ínfimo que você sofre e sofreu tanto???
Percebi que a minha amada observou Desirree dos pés a cabeça e ficou boquiaberta assustada. Lógico se não ficasse seria um milagre. Desirree era uma ruiva Belíssima, selvagem, natural e se eu não fosse Louco por minha mulher, Ela poderia muito bem ser a minha mulher, a minha companheira e minha Rainha. Mas o caso não era esse... A minha mulher era muito mais bela que Desirree. E eu sabia perfeitamente disso como sabia, pois milhões e milhoes de vezes eu rezei, implorei pro Maldito Criador mandar, reencarnar a minha amada feia, quem sabe assim teria uma chance... Mas não Deus a reencarnava, a enviava cada vez mais bela, mais feminina e mais atrativa. Tudo nela fascinava os homens. E eu como ninguém conhecera ela em todas essas benditas vidas e eu somente eu podia dizer como ninguém o quanto a minha mulher era especial. O quanto ela havia evoluído como ser espiritual e pessoa. Sim ela era muito especial, por isso Deus sempre a tirava de mim. À minha mulher somente faltava uma coisa, uma condição, uma ... E essa era a minha esperança.
_ Desirree vá conversamos outra hora.
_ Chefe, Venha. Volte comigo. Eu vim te buscar. Volte pra mim, para o seu reino, para o seu povo.
_ Desirree você não vai me tirar do sério na frente da minha mulher. Não vou assustá-la. Não quero isso jamais.
E a bela ruiva não gostou nem um pouco da minha performance de homem apaixonado e se aproximando rápido disse com sua voz amável: _ E se eu a matar, Chefe??
Ao ouvir tais palavras eu a ataquei e peguei a minha bela ruiva, pelo pescoço e a suspendi no ar. Eu olhei a linda mulher em minha mão,e pensei seria tão fácil destruí-la e então lembrei de que a minha mulher, a minha querida estava vendo tal cena. Eu me virei e olhei para o rosto de minha amada e os seus olhos voltaram a lacrimejar. Eu fiquei atordoado com tal sofrimento e soltei Desirree e deslizei para abraçar a minha amada. Não eu não queria o seu sofrimento. Eu abracei-a e disse que eu não iria fazer nada demais e que Desirree apenas estava com ciúmes, por eu ter escolhido você e não ela, a rainha da beleza e selvageria.
Ela enxugou seus olhos em minha camisa e me abraçou e pela primeira vez em tanto tempo ela disse com sua voz triste: _ È porque eu não sou uma vampira como você e ela são.
Respondi afirmativamente com a cabeça e com minha mão segurando o seu queixo eu levantei sua cabeça e a beijei novamente.
E ao terminar de beijá-la e me afastar sorrindo ela disse também pela primeira vez em tanto tempo com sua voz firme, decidida: _ Eu posso ser, não posso???
Eu não acreditei no que eu ouvi. Depois de tanta e tanta dor, tanto sofrimento meu e das vitimas, depois de tantos e tantos anos, eu estava ali diante do que eu mais queria e ouvindo também o que até ali mais havia doído por todo esse tempo. Ela estava ali querendo a mesma condição que eu nascera. Deus, Diabos era isso. Eu sempre e somente precisei de outra mulher, de outra concorrente para o meu pobre coração de ser estúpido e apaixonado, e então num passe de mágica e ciúmes, eu ganharia a dádiva e a permissão de minha escolhida, de minha amada.
Mas espere pensei ela ainda não escolheu e meu sorriso ficou triste novamente e com minha costumeira voz de angústia perguntei: _ Terias minha amada coragem e disposição de ser como eu sou??? Quer realmente ser, se tornar uma vampira, um ser imortal e como dizem amaldiçoado desgraçado na vida ou na morte, sei lá eu???
Eu não podia ter a resposta ainda, eu não a queria ainda, não estava pronto, e então como apaixonado, enamorado que era por ela apenas a beijei e beijei e por mim ficaria ali sempre e grudado a sua boca, sua bela e carnuda boca. Ao menos enquanto eu a beijava e a abraçava eu podia manter as minhas esperanças acesas...
Mas eu não podia ficar ali somente a beijando por mais que eu quisesse, e então eu terminei o meu beijo já perguntando se ela queria conhecer primeiro o meu mundo, e como era natural a se pensar ela perguntou e as crianças?
E eu ingenuamente: _ Deixemos - as dormindo.
Ela ficou uma fera na hora, se afastou de mim e saiu sozinha em direção a velha casa.
Eu fiquei ali sozinho pensando com raiva de mim mesmo, eu devo ser um idiota. Homem apaixonado só diz e faz besteira mesmo e eu também devo ser o líder desta categoria. Categoria dos tolos apaixonados. E recobrando meus sentidos deslizei e peguei- a pela cintura e disse com minha voz rouca: _ Levemos as crianças, minha querida.
Ela olhou pra mim e disse com sua voz baixairritada: _ Como?? E eu com o jeito mais tranqüilo que pude e voz jovial respondi: _ De carro ora essa. Levemos para a sua família e depois você minha querida vem comigo. E olhando em seus olhos disse com um belo sorriso sensual e voz rouca, e a abraçando por trás de propósito: _ Você aceita ficar comigo?? Vir comigo?? Ser a minha mulher, minha única mulher??
Ela olhou para o meu rosto, fascinada, hipnotizada por tais palavras e por minha sensualidade e eu sorrindo maliciosamente, pois adorava isso em ser vampiro, ela então balançou sua cabeça afirmativamente, quase desfalecendo sem ar.
Ela se virou e me abraçou e sua cabeça ficou encostada em meu peito másculo. Ah! Como essa sensação era boa, era ótima, era gratificante até senti-la. Voltamos pra casa, colocamos as duas crianças no carro e saímos em direção à casa de seus pais. A minha querida já era adulta e não precisava mais ficar dando satisfações da sua vida, e isso era ótimo pra mim, porque de agora em diante, daquela noite em diante, ela seria minha e quem sabe...
Tudo correu como pensávamos e queríamos. Ninguém perguntou ou quis saber de nada. Ótimo pra mim. Bom pra minha mulher. Saímos a pé. Sem nada. Um abraçado ao outro. Juntos. Entramos em uma estrada deserta e eu a peguei no colo e em pouquíssimo tempo, eu estava em minha fortaleza, meu palácio, em meu trono com a tão sonhada, desejada mulher sentada no meu colo. E ela somente tinha olhos pra mim e nada mais. Ela nem mais se assustava. E eu estava ali sentado no lugar de direito com a minha amada imortal no colo, sentindo seu corpo, seu gosto, seu desejo.
E eu era novamente o Senhor Perfeito com sua Amada imortal esperando a tão sonhada resposta. E fui eu que não me esquecendo disso, sussurrei em seu ouvido e disse sei lá por quantas vezes já o fizera, já tinha a muito perdido as contas.
_ Eu a amo minha amada imortal.
E ela embevecida por tais palavras disse a mim com sua voz amável enfatizando todas as letras: _ E eu o amo meu amado imortal. E sim eu quero ser e viver com você sempre, pra sempre e Me Faça a Sua Mulher, sua Vampira, Sua Rainha.
E eu agradecendo mentalmente a Deus o meu presente, eu a beijei no pescoço e a mordi. Sim a mordi e assim finalmente a fiz Minha mulher, Minha Vampira e Minha Amada agora Imortal.
Por VIVIAN SOUZA.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Lá vai p/ quem gosta a 2 parte de um conto que terá 3 partes Penso Eu... Não ligue para as pessoas, sou eu mesma nos dois papéis...;)
Segunda - Parte
Eu Amada???
Eu estava passando por um mal bocado em minha vida. Principalmente e especialmente minha vida amorosa. Desde jovem somente me apaixonara como dizia meu pai por moleques, desocupados e cafajestes. Este último então me largou e simplesmente disse a mim que já tinha enjoado de meu corpo e de arrastar esse namoro maçante e sem futuro pra frente.
Eu simplesmente o deixei ir sem uma lágrima sequer. Afinal de contas eu teria que criar vergonha na cara em algum tempo. E penso eu que esse tempo estava aproximando. Aproximando e rápido. Não queria mais me envolver, nem amar tão cedo outro homem, e nem mais pensava nisso ou sentia falta. Contudo no meu profundo Eu, no meu íntimo, eu estava magoada, ferida e me sentindo infeliz e abatida como mulher e ser amado. Eu não era nem sombra do que já havia sido em outra época. Sim eu estava ficando depressiva, pois minha juventude estava passando e passando e eu ainda não tinha encontrado um homem que me queria que me quisesse não pelo meu belo corpo, mas sim por minha bela alma. Bela alma isso eu tinha com toda certeza, mas ultimamente nem mesmo esse aspecto meu não estava mais belo. Eu simplesmente vivia em casa, solitária, macambúzia e totalmente deprimida. Já não me arrumava mais e não havia nada que me despertava interesse. Não comia, não bebia, não saía. Eu já estava me entregando e vivendo o papel de titia e empregada particular da minha mãe. E tudo em troca de nada.
Já havia dias que não me sentia bem. Já até tinha ido fazer uma visita, uma consulta com meu médico, e depois de vários exames ele dissera que o que estava sentindo era normal nos dias de hoje e que quando eu crescesse e casasse isso iria passar. Tais foram suas palavras, que eu somente pude chegar à triste conclusão de que eu estava sofrendo com mal de amor.
Mal de amor uma ova! Mal amada isso sim. E põe mal amada nisso. Eu somente queria dar um jeito em minha vida. Mas como??? Mas qual??? Estudar? Trabalhar? Ah! Isso não me completava. Não me satisfazia plenamente. Nem me fazia inteira, completa, equilibrada.
A única coisa que me auxiliava me tranqüilizava e me trazia novas esperanças era rezar. Acreditar em um ser maior que podia me ouvir, me envolver, me compreender, compreender o meu espírito, o meu anseio, o meu desejo pelo Outro. Eu rezava constantemente pedindo um companheiro, um marido, um ser para amar, para respeitar, mas que também fizesse e agisse do mesmo modo, do mesmo jeito comigo. Tratamentos e direitos iguais, divididos e partilhados igualmente.
E toda noite eu rezava e rezava, e pedia e já agradecia por esse ser em minha vida. E naquela noite em especial, eu adormeci, adormeci agradecendo a Deus por ele já estar próximo a mim.
* * *
Acordei no dia seguinte com o sitio de meus pais na cabeça. Desci para tomar café ainda com várias passagens da infância e da minha época jovem vivenciadas naquele lugar em minha mente. Elas passavam por minha tela mental como que desarquivadas de minha memória aleatoriamente, como se algo ou alguém quisesse que eu sentisse saudade, que eu sentisse falta daquele lugar e fosse para lá. Sim! E isso me fez lembrar que há anos eu não punha os meus pés lá. Pensei vou pra lá, quem sabe lá posso voltar a ser feliz, e na hora todo meu corpo sentiu uma imensa vontade de ir. Acho que vou para lá mesmo. Ficar um pouco sozinha. No meio do mato. No meio do nada. Sem ninguém, sem nada. Isso realmente me pareceu ótimo. Maravilhoso. Pelo menos nesse momento. Isso! Vou para o sítio, vou preparar minhas malas, revisar meu carro e avisar a todos que vou viajar sem destino e tempo certo para voltar.
Nisso o telefone toca na sala e corro para atender, e ao por o fone no ouvido ouço a voz ansiosa do meu irmão pedindo para que eu fosse sua babá no final de semana... Respondo to indo para o sítio e ele feliz da vida retruca do outro lado: _Ótimo passa aqui e pega ele. Ele nem esperou por minha resposta e desligou o telefone na minha cara. Coisa comum entre nós. De repente o telefone toca novamente e agora é minha irmã que já havia falado com meu irmão e que agora ela também queria que eu passasse lá e pegava a minha sobrinha que já estava pronta e à minha espera. E como sempre desligara também na minha cara. É esse era o problema, ninguém me amava e então todos se sentiam no direito de me desrespeitar.
Eu somente tive tempo de concordar intimamente em ficar com as crianças, afinal eu adorava ficar com elas e cuidar delas. E esse papel também seria ótimo pra mim agora, pois poderia me ajudar a me desvencilhar da maldita depressão. Organizei tudo o que necessitava pra tal viagem. Fiz compras. Peguei coisas básicas e necessárias para quando se vai pro meio do nada. Coloquei créditos em dois telefones pra segurança das crianças e minha e depois de tudo meticulosamente pensado e analisado, o carro revisado e tudo pronto, entrei no carro, sentei, prendi o cinto de segurança, e ajeitando-me e beijando o crucifixo que trazia ao peito, disse em voz alta uma oração a Deus. E segurando depois firme no volante e arrumando os espelhos suspirei fundo e exclamei:
_ “Que seja o que Deus Quiser.”
* * *
Chegamos ao sítio com o crepúsculo que já se anunciava. A casa antiga e velha precisava de muitas reformas, porém para passar apenas alguns dias agradáveis estava ótima. Descemos do carro e retirei dele somente o necessário que íamos precisar afinal nunca se sabe o que podia vir acontecer e eu preferia sempre me precaver. Entrei na casa e imediatamente iniciei os afazeres domésticos, as crianças foram brincar, correr, cair e ver um passarinho aqui ou acolá, ou então qualquer bichinho ou coisa que os chamassem à atenção. Eu limpei e organizei tudo, fiz a janta e fiquei um bom tempo na mesa conversando com as crianças, conversando coisas corriqueiras e infantis como sempre. Depois as levei pra cama e fiquei ali de companhia para que elas pudessem dormir. Elas adormeceram rápido. Rápido demais para o meu gosto, mas daí eu pensei deve ser o cansaço, correram brincaram como dois condenados desde que chegamos, e até eu estava já a muito cansada, exausta.... Sai em direção ao meu quarto e fiquei grata por ter os meus dois tesouros dormindo e ali comigo. Empurrei a porta do meu quarto que estava apenas encostada entrando fechando a com o corpo ainda no escuro, sentindo o conforto da penumbra cobrindo todo o meu ser. Havia um luar lá fora, encoberto pelas nuvens negras da noite, mas ainda assim havia uma claridade mínima da Lua. Senti uma tristeza profunda quase uma dor, naquela escuridão, pois ali eu me dei conta de que eu estava sozinha, eu era uma pessoa sozinha, solitária e infeliz. Sim infeliz e extremamente solitária.
Acendi a luz e qual foram o meu medo e terror por ver o que meus olhos viram. A imagem decodificada por meu cérebro quase me fez desmaiar de susto. Senti meu corpo inteiro tremular e minha respiração e pressão sangüínea ficaram irregulares. Havia um homem todo de preto sentado encostado no peitoril de madeira maciça da janela, com uma perna dobrada e seu braço por cima dela a qual sustentava também seu corpo inclinado o que formava um belíssimo contorno masculino e a sua outra perna já estava do lado de dentro do meu quarto com seu bonito sapato a pouquíssimos centímetros do chão.
Eu apenas ouvi a sua voz máscula, e no timbre de sua voz forte ele também demonstrava toda a sua angústia, mas mesmo assim era muito bonita e prazerosa de se ouvir: _ Não tenha medo, Querida! Não irei fazer nenhum mal a você. Jamais, Nunca....
Pensei vou abrir a porta e sair correndo, e quando meu corpo ia executar tal atitude , ele levantou levemente o seu braço e abrindo sua mão em direção à porta, a porta se soldou, fechou logo atrás do meu corpo, e eu ouvi novamente a sua voz forte, máscula dizendo: _ Não adianta minha amada, eu e você precisamos conversar nos entender, porque eu não suporto mais essa situação toda. Eu a amo e quero você de volta pra mim.
Pude agora ver que Ele levantou a sua cabeça que até então permaneceu levemente abaixada e eu percebi o quanto ele era lindo. Lindo podia ser apelido. Ele era magnífico, maravilhoso, o rei do baile, com toda certeza sempre. Agora fui eu que deixei cair minha cabeça e os meus olhos aos seus pés. Meu Deus ele disse que me quer de volta e que sou a sua amada. Esse homem me ama??? Mas Deus como??? Eu nem o conheço. Como então posso ser amada por alguém que não conheço??? Minha mente e meu corpo fervilhavam, tremulavam de medo ou de alegria, não sabia ao certo.
Ele pulou pra dentro do quarto e percebi por suas passadas que ele estava se aproximando. Ele estava bem próximo de mim já. E eu ali estática apenas esperando, esperando. Ele chegou bem perto e disse num sussurro o meu Nome e disse com todas as letras e sons: _ “Eu a Amo Minha Amada Imortal.”
Eu quase desfaleci, encostei meu corpo trêmulo e bambo ainda mais contra a porta. Meu Deus! Pensei não era isso que eu mais queria. E agora ele estava ali na minha frente. E eu agora só não sabia se Ele poderia ser sonho, realidade ou pesadelo. Ou talvez quem sabe um castigo ou bênçãos de Deus. Ele se aproximou ainda mais o seu corpo do meu, e senti na sua aproximação todo seu desejo e a sua ansiedade para ter-me junto a ele. Eu levantei minha cabeça e olhei para seu rosto. E ele sorriu e eu pude ver declaradamente as suas belas presas, seus belos caninos finos e pontiagudos. Na minha mente ouvi um grito sonoro e surgiu em letras garrafais a palavra VAMPIRO. Automaticamente levei a mão ao crucifixo de ouro e o apertei, enfiei contra o seu corpo como via nos filmes. Ele gemeu e caiu de joelhos com seu peito queimando de dor. Eu quase não acreditei. Sim ele era realmente verdadeiramente um vampiro. Um lindo vampiro. E estava de joelhos aos meus pés sofrendo e sentindo dor devido a um ferimento que eu fiz nele. E lá estava ele gemendo de cabeça baixa aos meus pés. Senti uma enorme comiseração por ele, senti quase sua dor e num impulso de ódio, puxei o cordão com força, arrancando do meu pescoço e lançando o longe e com lágrimas nos olhos, cai de joelhos escorregando meu corpo pela porta e peguei seu lindo rosto com minhas mãos macias, quentes e trêmulas pedindo e implorando por seu perdão.
Ele levantou o seu rosto triste me encarando, e como eu já me apresentava atormentada demais e chorando, por ter feito em seu peito tal ferimento profundo, e nenhuma palavra iria me acalmar penso eu, Ele encostou seu rosto no meu e me beijou. E com o seu beijo eu pude conhecer e experimentar e perceber em mim tudo o que ele estava sentindo e experimentando e a sensação e a impressão que se apoderaram de mim foi um misto de alegria, sofrimento e prazer. E eu tive a dádiva e a fé de saber que sim Eu era AMADA.
Por VIVIAN SOUZA.
Eu Amada???
Eu estava passando por um mal bocado em minha vida. Principalmente e especialmente minha vida amorosa. Desde jovem somente me apaixonara como dizia meu pai por moleques, desocupados e cafajestes. Este último então me largou e simplesmente disse a mim que já tinha enjoado de meu corpo e de arrastar esse namoro maçante e sem futuro pra frente.
Eu simplesmente o deixei ir sem uma lágrima sequer. Afinal de contas eu teria que criar vergonha na cara em algum tempo. E penso eu que esse tempo estava aproximando. Aproximando e rápido. Não queria mais me envolver, nem amar tão cedo outro homem, e nem mais pensava nisso ou sentia falta. Contudo no meu profundo Eu, no meu íntimo, eu estava magoada, ferida e me sentindo infeliz e abatida como mulher e ser amado. Eu não era nem sombra do que já havia sido em outra época. Sim eu estava ficando depressiva, pois minha juventude estava passando e passando e eu ainda não tinha encontrado um homem que me queria que me quisesse não pelo meu belo corpo, mas sim por minha bela alma. Bela alma isso eu tinha com toda certeza, mas ultimamente nem mesmo esse aspecto meu não estava mais belo. Eu simplesmente vivia em casa, solitária, macambúzia e totalmente deprimida. Já não me arrumava mais e não havia nada que me despertava interesse. Não comia, não bebia, não saía. Eu já estava me entregando e vivendo o papel de titia e empregada particular da minha mãe. E tudo em troca de nada.
Já havia dias que não me sentia bem. Já até tinha ido fazer uma visita, uma consulta com meu médico, e depois de vários exames ele dissera que o que estava sentindo era normal nos dias de hoje e que quando eu crescesse e casasse isso iria passar. Tais foram suas palavras, que eu somente pude chegar à triste conclusão de que eu estava sofrendo com mal de amor.
Mal de amor uma ova! Mal amada isso sim. E põe mal amada nisso. Eu somente queria dar um jeito em minha vida. Mas como??? Mas qual??? Estudar? Trabalhar? Ah! Isso não me completava. Não me satisfazia plenamente. Nem me fazia inteira, completa, equilibrada.
A única coisa que me auxiliava me tranqüilizava e me trazia novas esperanças era rezar. Acreditar em um ser maior que podia me ouvir, me envolver, me compreender, compreender o meu espírito, o meu anseio, o meu desejo pelo Outro. Eu rezava constantemente pedindo um companheiro, um marido, um ser para amar, para respeitar, mas que também fizesse e agisse do mesmo modo, do mesmo jeito comigo. Tratamentos e direitos iguais, divididos e partilhados igualmente.
E toda noite eu rezava e rezava, e pedia e já agradecia por esse ser em minha vida. E naquela noite em especial, eu adormeci, adormeci agradecendo a Deus por ele já estar próximo a mim.
* * *
Acordei no dia seguinte com o sitio de meus pais na cabeça. Desci para tomar café ainda com várias passagens da infância e da minha época jovem vivenciadas naquele lugar em minha mente. Elas passavam por minha tela mental como que desarquivadas de minha memória aleatoriamente, como se algo ou alguém quisesse que eu sentisse saudade, que eu sentisse falta daquele lugar e fosse para lá. Sim! E isso me fez lembrar que há anos eu não punha os meus pés lá. Pensei vou pra lá, quem sabe lá posso voltar a ser feliz, e na hora todo meu corpo sentiu uma imensa vontade de ir. Acho que vou para lá mesmo. Ficar um pouco sozinha. No meio do mato. No meio do nada. Sem ninguém, sem nada. Isso realmente me pareceu ótimo. Maravilhoso. Pelo menos nesse momento. Isso! Vou para o sítio, vou preparar minhas malas, revisar meu carro e avisar a todos que vou viajar sem destino e tempo certo para voltar.
Nisso o telefone toca na sala e corro para atender, e ao por o fone no ouvido ouço a voz ansiosa do meu irmão pedindo para que eu fosse sua babá no final de semana... Respondo to indo para o sítio e ele feliz da vida retruca do outro lado: _Ótimo passa aqui e pega ele. Ele nem esperou por minha resposta e desligou o telefone na minha cara. Coisa comum entre nós. De repente o telefone toca novamente e agora é minha irmã que já havia falado com meu irmão e que agora ela também queria que eu passasse lá e pegava a minha sobrinha que já estava pronta e à minha espera. E como sempre desligara também na minha cara. É esse era o problema, ninguém me amava e então todos se sentiam no direito de me desrespeitar.
Eu somente tive tempo de concordar intimamente em ficar com as crianças, afinal eu adorava ficar com elas e cuidar delas. E esse papel também seria ótimo pra mim agora, pois poderia me ajudar a me desvencilhar da maldita depressão. Organizei tudo o que necessitava pra tal viagem. Fiz compras. Peguei coisas básicas e necessárias para quando se vai pro meio do nada. Coloquei créditos em dois telefones pra segurança das crianças e minha e depois de tudo meticulosamente pensado e analisado, o carro revisado e tudo pronto, entrei no carro, sentei, prendi o cinto de segurança, e ajeitando-me e beijando o crucifixo que trazia ao peito, disse em voz alta uma oração a Deus. E segurando depois firme no volante e arrumando os espelhos suspirei fundo e exclamei:
_ “Que seja o que Deus Quiser.”
* * *
Chegamos ao sítio com o crepúsculo que já se anunciava. A casa antiga e velha precisava de muitas reformas, porém para passar apenas alguns dias agradáveis estava ótima. Descemos do carro e retirei dele somente o necessário que íamos precisar afinal nunca se sabe o que podia vir acontecer e eu preferia sempre me precaver. Entrei na casa e imediatamente iniciei os afazeres domésticos, as crianças foram brincar, correr, cair e ver um passarinho aqui ou acolá, ou então qualquer bichinho ou coisa que os chamassem à atenção. Eu limpei e organizei tudo, fiz a janta e fiquei um bom tempo na mesa conversando com as crianças, conversando coisas corriqueiras e infantis como sempre. Depois as levei pra cama e fiquei ali de companhia para que elas pudessem dormir. Elas adormeceram rápido. Rápido demais para o meu gosto, mas daí eu pensei deve ser o cansaço, correram brincaram como dois condenados desde que chegamos, e até eu estava já a muito cansada, exausta.... Sai em direção ao meu quarto e fiquei grata por ter os meus dois tesouros dormindo e ali comigo. Empurrei a porta do meu quarto que estava apenas encostada entrando fechando a com o corpo ainda no escuro, sentindo o conforto da penumbra cobrindo todo o meu ser. Havia um luar lá fora, encoberto pelas nuvens negras da noite, mas ainda assim havia uma claridade mínima da Lua. Senti uma tristeza profunda quase uma dor, naquela escuridão, pois ali eu me dei conta de que eu estava sozinha, eu era uma pessoa sozinha, solitária e infeliz. Sim infeliz e extremamente solitária.
Acendi a luz e qual foram o meu medo e terror por ver o que meus olhos viram. A imagem decodificada por meu cérebro quase me fez desmaiar de susto. Senti meu corpo inteiro tremular e minha respiração e pressão sangüínea ficaram irregulares. Havia um homem todo de preto sentado encostado no peitoril de madeira maciça da janela, com uma perna dobrada e seu braço por cima dela a qual sustentava também seu corpo inclinado o que formava um belíssimo contorno masculino e a sua outra perna já estava do lado de dentro do meu quarto com seu bonito sapato a pouquíssimos centímetros do chão.
Eu apenas ouvi a sua voz máscula, e no timbre de sua voz forte ele também demonstrava toda a sua angústia, mas mesmo assim era muito bonita e prazerosa de se ouvir: _ Não tenha medo, Querida! Não irei fazer nenhum mal a você. Jamais, Nunca....
Pensei vou abrir a porta e sair correndo, e quando meu corpo ia executar tal atitude , ele levantou levemente o seu braço e abrindo sua mão em direção à porta, a porta se soldou, fechou logo atrás do meu corpo, e eu ouvi novamente a sua voz forte, máscula dizendo: _ Não adianta minha amada, eu e você precisamos conversar nos entender, porque eu não suporto mais essa situação toda. Eu a amo e quero você de volta pra mim.
Pude agora ver que Ele levantou a sua cabeça que até então permaneceu levemente abaixada e eu percebi o quanto ele era lindo. Lindo podia ser apelido. Ele era magnífico, maravilhoso, o rei do baile, com toda certeza sempre. Agora fui eu que deixei cair minha cabeça e os meus olhos aos seus pés. Meu Deus ele disse que me quer de volta e que sou a sua amada. Esse homem me ama??? Mas Deus como??? Eu nem o conheço. Como então posso ser amada por alguém que não conheço??? Minha mente e meu corpo fervilhavam, tremulavam de medo ou de alegria, não sabia ao certo.
Ele pulou pra dentro do quarto e percebi por suas passadas que ele estava se aproximando. Ele estava bem próximo de mim já. E eu ali estática apenas esperando, esperando. Ele chegou bem perto e disse num sussurro o meu Nome e disse com todas as letras e sons: _ “Eu a Amo Minha Amada Imortal.”
Eu quase desfaleci, encostei meu corpo trêmulo e bambo ainda mais contra a porta. Meu Deus! Pensei não era isso que eu mais queria. E agora ele estava ali na minha frente. E eu agora só não sabia se Ele poderia ser sonho, realidade ou pesadelo. Ou talvez quem sabe um castigo ou bênçãos de Deus. Ele se aproximou ainda mais o seu corpo do meu, e senti na sua aproximação todo seu desejo e a sua ansiedade para ter-me junto a ele. Eu levantei minha cabeça e olhei para seu rosto. E ele sorriu e eu pude ver declaradamente as suas belas presas, seus belos caninos finos e pontiagudos. Na minha mente ouvi um grito sonoro e surgiu em letras garrafais a palavra VAMPIRO. Automaticamente levei a mão ao crucifixo de ouro e o apertei, enfiei contra o seu corpo como via nos filmes. Ele gemeu e caiu de joelhos com seu peito queimando de dor. Eu quase não acreditei. Sim ele era realmente verdadeiramente um vampiro. Um lindo vampiro. E estava de joelhos aos meus pés sofrendo e sentindo dor devido a um ferimento que eu fiz nele. E lá estava ele gemendo de cabeça baixa aos meus pés. Senti uma enorme comiseração por ele, senti quase sua dor e num impulso de ódio, puxei o cordão com força, arrancando do meu pescoço e lançando o longe e com lágrimas nos olhos, cai de joelhos escorregando meu corpo pela porta e peguei seu lindo rosto com minhas mãos macias, quentes e trêmulas pedindo e implorando por seu perdão.
Ele levantou o seu rosto triste me encarando, e como eu já me apresentava atormentada demais e chorando, por ter feito em seu peito tal ferimento profundo, e nenhuma palavra iria me acalmar penso eu, Ele encostou seu rosto no meu e me beijou. E com o seu beijo eu pude conhecer e experimentar e perceber em mim tudo o que ele estava sentindo e experimentando e a sensação e a impressão que se apoderaram de mim foi um misto de alegria, sofrimento e prazer. E eu tive a dádiva e a fé de saber que sim Eu era AMADA.
Por VIVIAN SOUZA.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Lá vai p/ quem gosta a 1 parte de um conto que terá 3 partes Penso Eu... Não ligue para as pessoas, sou eu mesma nos dois papéis...;)
Primeira Parte
O Senhor Perfeito
A cada 300 a 300 anos, mais ou menos, não sabia mais como definir e também nem mais me importava com isso, o povo de Vampyria sofria muito. Eu nesses tempos estava como diziam os ignóbeis humanos, estava com a macaca e o zoológico inteiro, e qualquer coisa me irritava. Eu nem podia dizer que eu não era perigoso... Porque agora perigoso pra mim era adjetivo de criança, eu já estava mais pra letal, fatal ou qualquer coisa que mata e seja cruel ao mesmo tempo... Os antigos já sabiam bem o porquê de toda essa minha fúria descabida, gratuita e eles espertos e experientes como eram nem se aproximavam de mim, por nada que pudesse existir seja qual mundo fosse.
Eu apenas me vestia de preto, ficava solitário e gostava das trevas. Isso preto era uma boa cor. Ótima cor para o momento que eu estava vivendo. A única cor que somente aceitava era o contraste de minha pele pálida com a roupa. Continuava me vestindo bem e sendo o mais belo, o mais charmoso. Não deixava jamais de ser o Senhor Perfeito. E eu estava ali naqueles malditos dias eternos vivendo esse inferno interior....
Eu já havia visto e presenciado ela nascer, crescer e morrer, tantas e tantas vezes. Já a tinha chamado de tantos e tantos nomes diferentes. Já a havia ganhado e perdido tantas e tantas vezes, que ali estava eu de novo... O senhor Perfeito vivenciando todo o filme novamente... Filme esse mais do que aterrorizante pelo jeito que desenrolava....
Eu já havia visto ela, a minha amada imortal, a minha futura esposa, nascer, crescer e se tornar jovem e bela, e agora estava eu degustando, provando, experimentando, vivenciando, e presenciando os anos mais difíceis e cruéis para um homem-vampiro. Ver a minha mulher, a minha amada nos braços de outro homem... Pois sim, Deus somente aceitava que eu entrasse em sua vida se primeiro os crápulas, cafajestes, desgraçados e sei lá mais o que, porque eu queria, desejava matá-los devagarzinho, bem devagar, para sentir cada gota de seu suor gerado por minha fúria virar sangue..., eu somente podia entrar depois que esses seres ínfimos e malditos deixassem ela por sua vontade própria. Sim! Para minha desgraça maior eu não poderia tê-la sem antes ela experimentar os mesmos da maldita raça... Justo eu, o Senhor Perfeito, não tinha o direito, o mérito e nem a graça de ter a sua amada pela primeira vez pura, nem sequer por uma única vez.... Maldição!... Eu constantemente gritava aos quatro cantos do meu mundo... Já havia tantas características ruins em ser um maldito vampiro, e agora mais essa, essa regra desgraçada que Deus deve ter tido o maior prazer em criá-la, elaborá-la, pois sendo sábio e onipresente e onisciente, Ele sabia o quanto eu ia sofrer com isso, o quanto isso ia me machucar, me ferir como homem, ser másculo, macho da espécie, e ai morava o meu castigo, o meu perpétuo castigo... E era assim que Deus me castigava, se vingava. E castigando a mim, castigava também todo o povo de Vampyria e quem quer que fosse.
Os dias de sua juventude eram os piores para mim. Eu não podia me aproximar, somente podia vê-la ali linda, jovem e ingênua, livre, leve e solta pra algum safado se aproximar e levar a minha amada. E isso geralmente acontecia... Sempre acontecia... Eu não deveria nem ficar nervoso, porque eu sabia que ela era humana e tinha todo o lance da adolescência, hormônios, desejo sexual e essas coisas mais, mas eu não conseguia ter isso em mente, e a cada um que se aproximasse e se relacionasse com ela eu perdia total e completamente o meu controle, e sendo Líder eu era e me tornava o caos para o meu povo e quem aparecesse na minha frente.
Nessas malditas entregas de minha amada apaixonada a esses cafajestes eu já havia feito muitas e muitas vítimas fatais. Geralmente em suas primeiras vezes, eu matava e arrancava o coração da vitima ainda pulsando e o comia de ódio, por não poder fazer o mesmo com o crápula que apenas a queria para levá-la pra cama. Eu vivia na farra se assim também um vampiro de data tão longínqua possa assim dizer. Eu transava, trepava ou tentava ser amoroso com algumas vampiras, algumas mulheres, mas não funcionava, isso apenas aumentava a minha raiva, o meu ódio por não tê-la. A única coisa que eu fazia nessas épocas e que me deixava um pouco mais confortável e que também me aproximava mais do que se pode dizer do humano, do varão, era entrar em um bar e encher a cara, nem que fosse pra explodir os malditos copos com as minhas mãos, já que o álcool quase não fazia efeito, só para me sentir um pouco mais como tantos camaradas que um dia também amou e também perdeu a sua amada. A minha querida, a minha amada, já era uma mulher, uma linda mulher, que eu, o senhor Perfeito ainda não podia possuir.... E isso me matava, me destruía por dentro...
Contudo com tanta dor e sofrimento, eu já estava começando a entrar em sua efêmera vida. Sim! Ainda tinha isso também pra desgraçar o resto, a sua vida e a sua beleza, era frágil, efêmera, passageira, curta. Maldito Deus! Eu xingava ou esbravejava cada vez que me lembrava ou passava em minha mente as cenas que ela estava vivenciando, sentindo... É os meus poderes colaboravam muito também pra piorar as coisas... Sempre mostrava pra mim as piores cenas que eu jamais queria ver... E então eu ficava louco e quem quer que surgisse na minha frente, sem aviso prévio, conhecia o meu pior lado...
Eu já havia começado a encantar a sua mente... E para minha graça maior o último desgraçado já não mais a queria... Maldito... Apenas usufruiu do seu corpo e sua juventude... Porém como dizia eu já estava querendo me aproximar, não suportava mais tudo isso, todo esse sofrimento de homem apaixonado, e somente não fazia porque ainda não sabia como.... Eu já a estava visitando periodicamente enquanto ela dormia... Ela vivia em uma cidade não muito grande com seus pais, mas eu não podia aparecer e nem me declarar pra ela em um local com público, mesmo tendo poderes pra acalmar ou desmaiar quem quer que fosse. E eu ia aplacando a minha raiva, a minha tristeza acompanhando as suas noites... Até que um dia, lá mesmo, em sua casa descobri que seus pais tinham um sitio no interior e que a casa ficava sempre fechada e vazia no meio do mato... Perfeito eu pensei. Fiquei feliz e esperançoso porque no meio do nada, nada demais poderia acontecer.... E então eu comecei a infiltrar em sua mente memórias passadas daquele lugar, incitando nela o desejo de ir visitar, de ir pra lá... E assim quem sabe, logo, logo, eu o Senhor Perfeito, poderia finalmente ter os cacos de minha amada imortal novamente em meus braços.
Por VIVIAN SOUZA.
O Senhor Perfeito
A cada 300 a 300 anos, mais ou menos, não sabia mais como definir e também nem mais me importava com isso, o povo de Vampyria sofria muito. Eu nesses tempos estava como diziam os ignóbeis humanos, estava com a macaca e o zoológico inteiro, e qualquer coisa me irritava. Eu nem podia dizer que eu não era perigoso... Porque agora perigoso pra mim era adjetivo de criança, eu já estava mais pra letal, fatal ou qualquer coisa que mata e seja cruel ao mesmo tempo... Os antigos já sabiam bem o porquê de toda essa minha fúria descabida, gratuita e eles espertos e experientes como eram nem se aproximavam de mim, por nada que pudesse existir seja qual mundo fosse.
Eu apenas me vestia de preto, ficava solitário e gostava das trevas. Isso preto era uma boa cor. Ótima cor para o momento que eu estava vivendo. A única cor que somente aceitava era o contraste de minha pele pálida com a roupa. Continuava me vestindo bem e sendo o mais belo, o mais charmoso. Não deixava jamais de ser o Senhor Perfeito. E eu estava ali naqueles malditos dias eternos vivendo esse inferno interior....
Eu já havia visto e presenciado ela nascer, crescer e morrer, tantas e tantas vezes. Já a tinha chamado de tantos e tantos nomes diferentes. Já a havia ganhado e perdido tantas e tantas vezes, que ali estava eu de novo... O senhor Perfeito vivenciando todo o filme novamente... Filme esse mais do que aterrorizante pelo jeito que desenrolava....
Eu já havia visto ela, a minha amada imortal, a minha futura esposa, nascer, crescer e se tornar jovem e bela, e agora estava eu degustando, provando, experimentando, vivenciando, e presenciando os anos mais difíceis e cruéis para um homem-vampiro. Ver a minha mulher, a minha amada nos braços de outro homem... Pois sim, Deus somente aceitava que eu entrasse em sua vida se primeiro os crápulas, cafajestes, desgraçados e sei lá mais o que, porque eu queria, desejava matá-los devagarzinho, bem devagar, para sentir cada gota de seu suor gerado por minha fúria virar sangue..., eu somente podia entrar depois que esses seres ínfimos e malditos deixassem ela por sua vontade própria. Sim! Para minha desgraça maior eu não poderia tê-la sem antes ela experimentar os mesmos da maldita raça... Justo eu, o Senhor Perfeito, não tinha o direito, o mérito e nem a graça de ter a sua amada pela primeira vez pura, nem sequer por uma única vez.... Maldição!... Eu constantemente gritava aos quatro cantos do meu mundo... Já havia tantas características ruins em ser um maldito vampiro, e agora mais essa, essa regra desgraçada que Deus deve ter tido o maior prazer em criá-la, elaborá-la, pois sendo sábio e onipresente e onisciente, Ele sabia o quanto eu ia sofrer com isso, o quanto isso ia me machucar, me ferir como homem, ser másculo, macho da espécie, e ai morava o meu castigo, o meu perpétuo castigo... E era assim que Deus me castigava, se vingava. E castigando a mim, castigava também todo o povo de Vampyria e quem quer que fosse.
Os dias de sua juventude eram os piores para mim. Eu não podia me aproximar, somente podia vê-la ali linda, jovem e ingênua, livre, leve e solta pra algum safado se aproximar e levar a minha amada. E isso geralmente acontecia... Sempre acontecia... Eu não deveria nem ficar nervoso, porque eu sabia que ela era humana e tinha todo o lance da adolescência, hormônios, desejo sexual e essas coisas mais, mas eu não conseguia ter isso em mente, e a cada um que se aproximasse e se relacionasse com ela eu perdia total e completamente o meu controle, e sendo Líder eu era e me tornava o caos para o meu povo e quem aparecesse na minha frente.
Nessas malditas entregas de minha amada apaixonada a esses cafajestes eu já havia feito muitas e muitas vítimas fatais. Geralmente em suas primeiras vezes, eu matava e arrancava o coração da vitima ainda pulsando e o comia de ódio, por não poder fazer o mesmo com o crápula que apenas a queria para levá-la pra cama. Eu vivia na farra se assim também um vampiro de data tão longínqua possa assim dizer. Eu transava, trepava ou tentava ser amoroso com algumas vampiras, algumas mulheres, mas não funcionava, isso apenas aumentava a minha raiva, o meu ódio por não tê-la. A única coisa que eu fazia nessas épocas e que me deixava um pouco mais confortável e que também me aproximava mais do que se pode dizer do humano, do varão, era entrar em um bar e encher a cara, nem que fosse pra explodir os malditos copos com as minhas mãos, já que o álcool quase não fazia efeito, só para me sentir um pouco mais como tantos camaradas que um dia também amou e também perdeu a sua amada. A minha querida, a minha amada, já era uma mulher, uma linda mulher, que eu, o senhor Perfeito ainda não podia possuir.... E isso me matava, me destruía por dentro...
Contudo com tanta dor e sofrimento, eu já estava começando a entrar em sua efêmera vida. Sim! Ainda tinha isso também pra desgraçar o resto, a sua vida e a sua beleza, era frágil, efêmera, passageira, curta. Maldito Deus! Eu xingava ou esbravejava cada vez que me lembrava ou passava em minha mente as cenas que ela estava vivenciando, sentindo... É os meus poderes colaboravam muito também pra piorar as coisas... Sempre mostrava pra mim as piores cenas que eu jamais queria ver... E então eu ficava louco e quem quer que surgisse na minha frente, sem aviso prévio, conhecia o meu pior lado...
Eu já havia começado a encantar a sua mente... E para minha graça maior o último desgraçado já não mais a queria... Maldito... Apenas usufruiu do seu corpo e sua juventude... Porém como dizia eu já estava querendo me aproximar, não suportava mais tudo isso, todo esse sofrimento de homem apaixonado, e somente não fazia porque ainda não sabia como.... Eu já a estava visitando periodicamente enquanto ela dormia... Ela vivia em uma cidade não muito grande com seus pais, mas eu não podia aparecer e nem me declarar pra ela em um local com público, mesmo tendo poderes pra acalmar ou desmaiar quem quer que fosse. E eu ia aplacando a minha raiva, a minha tristeza acompanhando as suas noites... Até que um dia, lá mesmo, em sua casa descobri que seus pais tinham um sitio no interior e que a casa ficava sempre fechada e vazia no meio do mato... Perfeito eu pensei. Fiquei feliz e esperançoso porque no meio do nada, nada demais poderia acontecer.... E então eu comecei a infiltrar em sua mente memórias passadas daquele lugar, incitando nela o desejo de ir visitar, de ir pra lá... E assim quem sabe, logo, logo, eu o Senhor Perfeito, poderia finalmente ter os cacos de minha amada imortal novamente em meus braços.
Por VIVIAN SOUZA.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Óh! Alma literata, oh! alma desperta e vazia... nunca, jamais saciarás a sua dor,a sua fome,a sua sede,pois vós não beberás da fonte dos meus prazeres
Um Leitor.
Estava eu ontem á tarde assistindo o filme O leitor, quando algo despertou em mim, no meu interior, no meu mais profundo e profano íntimo e senti uma saudade imensa e só aí me dei conta, que eu sempre quis, vou querer e buscar um Leitor, seja ele por qual meio for. Explico o motivo meu caro, minha cara. Eu tenho e sempre tive o meu espírito, a minha mente livres, aéreos, sonhadores, acessíveis, francos, abertos, e o meu direito e dever do meu corpo de amar, respeitar, apaixonar-se, entusiasmar-se, sonhar creio eu, que também sejam livres, soltos e perdidos ou encontrados ou despertos no tempo e no espaço,e na minha realidade. Esse é o meu desejo, esse é o meu alento,e para quem eu me deixo conhecer, isso torna-se algo mais que evidente, descarado, explícito. Não digo caro leitor que deva ser algo libertino, pornográfico ou sexual, eu digo que deva ser livre, mas uma liberdade de consciências, de mentes, de corpos e de ideais. Sim, de ideais. E outra Minha Alma Literata anseia por leitores. Sim, isso mesmo, Leitores, seres do sexo oposto que também busquem e queiram em mim a sua Musa, a sua Tormenta, a sua Fraulein, a sua Professora e sua inspiração para melhorar,gratificar suas horas, os seus dias, os seus atos, os seus desejos, os seus sonhos. Que me esquadrinhem e compartilhem de mim e de meu belo corpo e de minhas belas e calientes palavras, de meus complexos e díspares pensamentos, do meu jeito e do meu tormento, da minha sensualidade, do meu carinho e do meu entusiasmo, tão necessários para se viver bem e utilmente o nosso dia. Quero, desejo que se sintam vivos. E livres. E estáticos. A liberdade está na mente não em corpos. O meu corpo neste momento está parado, sentado, pesado e minha mente sagaz e veloz já percorreu e correu os meus leitores amigos, vamos dizer assim. Já os viu e se fascinou em cada nuance, em cada detalhe, em cada característica, qualidade ou defeito que os admiro e respeito, como seres, como pessoas e como homens. Sim, eu assumo gosto de homes. Não pelo sexo, mas por sua coragem e ambição de ser livres, de serem autênticos, de serem másculos, de serem racionais ou irracionais quando algo lhes fere ou machuca. De dizer não na hora e momentos certos, de serem frios ou certeiros quando querem. De saber quando chegar, se aproximar ou se retirar. De saberem amar e discernir amor de sexo. Gosto por serem leais e fiéis aos seus estilos de vida e não deixar que nada ou ninguém os governe, os limite. Gosto e os respeito pela sinceridade de amar, de transar ou de trepar conforme quer, com qual seja a mulher, e conseguir discernir a sua amada, de tais papéis e ainda assim se sentirem fiéis. E quanto à sua sensação, à sua liberdade de amar, me pergunto qual será o modo verdadeiro de amar, qual será o verdadeiro amor que devemos ofertar ou dispensar ao outro, ao próximo. E também me questiono até onde e quando podemos nos considerar amados, queridos ou respeitados. Acredito que somente saberei quem realmente me ama, ou me amou, se um dia puder ler em suas memórias, em suas faces, ou quem sabe em suas atitudes, o quanto de significados eu pude dar à vida dele ou dela, já que coração é terra em que ninguém pisa e nós nunca sabemos as surpresas do corpo e da vida. Lá. Lá no fim, quando jaz.... saberei e somente lá conseguirei distinguir. Penso ás vezes, se meu marido, e antes meus namorados, só me amam ou amaram enquanto eu não disse Não. Será que eles me amaram ou será que apenas gostaram e gostam do bibelô curvilíneo, amoroso e manso ao lado deles. Mas e se eu fizesse algo errado, algo proibido aos ditames da sociedade, algo que me trouxesse prazer ou satisfação, mas que a eles nada disso trouxesse, nada disso proporcionasse... Será que eles ainda me amariam?... Será que eles ainda me aceitariam na sua vida?... Nem precisamos muito pensar e nem analisar a resposta é não. Categoricamente Não. E ainda me escorraçariam de seus dias, de seus proclamas, de suas vidas e quem sabe de seus corpos. È digo que não,digo e repito que não, porque simplesmente, indubitavelmente e realmente eles não me amam e nunca me amaram, eles e somente eles, teve ou tiveram o privilégio, o gosto e o desgosto, de ter o meu corpo e tudo o de bom e de melhor que lhes pude oferecer, proporcionar e os beneficiar com o meu jeito único e distinto de ser e de amar.
Por VIVIAN SOUZA.
Estava eu ontem á tarde assistindo o filme O leitor, quando algo despertou em mim, no meu interior, no meu mais profundo e profano íntimo e senti uma saudade imensa e só aí me dei conta, que eu sempre quis, vou querer e buscar um Leitor, seja ele por qual meio for. Explico o motivo meu caro, minha cara. Eu tenho e sempre tive o meu espírito, a minha mente livres, aéreos, sonhadores, acessíveis, francos, abertos, e o meu direito e dever do meu corpo de amar, respeitar, apaixonar-se, entusiasmar-se, sonhar creio eu, que também sejam livres, soltos e perdidos ou encontrados ou despertos no tempo e no espaço,e na minha realidade. Esse é o meu desejo, esse é o meu alento,e para quem eu me deixo conhecer, isso torna-se algo mais que evidente, descarado, explícito. Não digo caro leitor que deva ser algo libertino, pornográfico ou sexual, eu digo que deva ser livre, mas uma liberdade de consciências, de mentes, de corpos e de ideais. Sim, de ideais. E outra Minha Alma Literata anseia por leitores. Sim, isso mesmo, Leitores, seres do sexo oposto que também busquem e queiram em mim a sua Musa, a sua Tormenta, a sua Fraulein, a sua Professora e sua inspiração para melhorar,gratificar suas horas, os seus dias, os seus atos, os seus desejos, os seus sonhos. Que me esquadrinhem e compartilhem de mim e de meu belo corpo e de minhas belas e calientes palavras, de meus complexos e díspares pensamentos, do meu jeito e do meu tormento, da minha sensualidade, do meu carinho e do meu entusiasmo, tão necessários para se viver bem e utilmente o nosso dia. Quero, desejo que se sintam vivos. E livres. E estáticos. A liberdade está na mente não em corpos. O meu corpo neste momento está parado, sentado, pesado e minha mente sagaz e veloz já percorreu e correu os meus leitores amigos, vamos dizer assim. Já os viu e se fascinou em cada nuance, em cada detalhe, em cada característica, qualidade ou defeito que os admiro e respeito, como seres, como pessoas e como homens. Sim, eu assumo gosto de homes. Não pelo sexo, mas por sua coragem e ambição de ser livres, de serem autênticos, de serem másculos, de serem racionais ou irracionais quando algo lhes fere ou machuca. De dizer não na hora e momentos certos, de serem frios ou certeiros quando querem. De saber quando chegar, se aproximar ou se retirar. De saberem amar e discernir amor de sexo. Gosto por serem leais e fiéis aos seus estilos de vida e não deixar que nada ou ninguém os governe, os limite. Gosto e os respeito pela sinceridade de amar, de transar ou de trepar conforme quer, com qual seja a mulher, e conseguir discernir a sua amada, de tais papéis e ainda assim se sentirem fiéis. E quanto à sua sensação, à sua liberdade de amar, me pergunto qual será o modo verdadeiro de amar, qual será o verdadeiro amor que devemos ofertar ou dispensar ao outro, ao próximo. E também me questiono até onde e quando podemos nos considerar amados, queridos ou respeitados. Acredito que somente saberei quem realmente me ama, ou me amou, se um dia puder ler em suas memórias, em suas faces, ou quem sabe em suas atitudes, o quanto de significados eu pude dar à vida dele ou dela, já que coração é terra em que ninguém pisa e nós nunca sabemos as surpresas do corpo e da vida. Lá. Lá no fim, quando jaz.... saberei e somente lá conseguirei distinguir. Penso ás vezes, se meu marido, e antes meus namorados, só me amam ou amaram enquanto eu não disse Não. Será que eles me amaram ou será que apenas gostaram e gostam do bibelô curvilíneo, amoroso e manso ao lado deles. Mas e se eu fizesse algo errado, algo proibido aos ditames da sociedade, algo que me trouxesse prazer ou satisfação, mas que a eles nada disso trouxesse, nada disso proporcionasse... Será que eles ainda me amariam?... Será que eles ainda me aceitariam na sua vida?... Nem precisamos muito pensar e nem analisar a resposta é não. Categoricamente Não. E ainda me escorraçariam de seus dias, de seus proclamas, de suas vidas e quem sabe de seus corpos. È digo que não,digo e repito que não, porque simplesmente, indubitavelmente e realmente eles não me amam e nunca me amaram, eles e somente eles, teve ou tiveram o privilégio, o gosto e o desgosto, de ter o meu corpo e tudo o de bom e de melhor que lhes pude oferecer, proporcionar e os beneficiar com o meu jeito único e distinto de ser e de amar.
Por VIVIAN SOUZA.
terça-feira, 9 de março de 2010
* VOCÊ JÁ OROU HOJE? JÁ PAROU PRA AGRADECER TUDO QUE VOCÊ TEM.*
QUEM SABE SUA VIDA FICARIA REPLETA DE LUZ DIVINA SE VOCÊ PERDESSE UM MINUTO E LESSE ESSA BELA ORAÇÃO, QUE MUDOU MINHA VIDA COMPLETAMENTE EM TODOS OS SENTIDOS.
MUITO OBRIGADO. MUITO OBRIGADO.
Para purificar a mente
Uma das condições para tornarmo-nos felizes é compreender que no mundo criado por Deus não existem males e pecados. Um copo que contém água suja não ficará limpo enquanto não despejarmos a água suja e a substituirmos por água limpa. Se em nossa mente gravamos a idéia de que os males, os pecados e os castigos existem, precisamos eliminar esse pensamento a fim de nos purificarmos. Oremos da seguinte forma:
O Amor de Deus se derrama sobre mim.
Estou envolto pelo Amor de Deus
e preenchido pelo mesmo Amor divino.
Fui purificado de todos os pecados,
ódios, rancores e mágoas do passado.
Estou totalmente purificado.
Assim como Deus me perdoou,
também perdoei a todas as pessoas.
Obrigado, obrigado, obrigado.
Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi
MUITO OBRIGADO. MUITO OBRIGADO.
Para purificar a mente
Uma das condições para tornarmo-nos felizes é compreender que no mundo criado por Deus não existem males e pecados. Um copo que contém água suja não ficará limpo enquanto não despejarmos a água suja e a substituirmos por água limpa. Se em nossa mente gravamos a idéia de que os males, os pecados e os castigos existem, precisamos eliminar esse pensamento a fim de nos purificarmos. Oremos da seguinte forma:
O Amor de Deus se derrama sobre mim.
Estou envolto pelo Amor de Deus
e preenchido pelo mesmo Amor divino.
Fui purificado de todos os pecados,
ódios, rancores e mágoas do passado.
Estou totalmente purificado.
Assim como Deus me perdoou,
também perdoei a todas as pessoas.
Obrigado, obrigado, obrigado.
Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi
segunda-feira, 8 de março de 2010
Eita homens sábios...Eita verdade, verdadeira... Isso sim é sabedoria em poucas palavras.
"Existem três tipos de pessoas: as que se preocupam até a morte, as que trabalham até morrer e as que se aborrecem até a morte".
- Winston Churchill
"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam."
- Bernard Shaw
- Winston Churchill
"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam."
- Bernard Shaw
Feliz Dia Internacional da Mulher. Este é um texto que escrevi com o meu ponto de vista da criação da Mulher...
Penso eu, que Deus criou a sua coleção de anjos e eles eram todos perfeitos e assexuados, assim como os homens do mangá. E então, Ele observando sua criação, analisou, analisou e viu que não estava bom, e daí teve a feliz ou a triste idéia: _ Será que se Eu acentuar mais as curvas e colocar dois melões na frente do corpo do próximo, como será que vai ficar?? E pensando assim criou Aquele que seria o seu preferido. E a ele deu o nome de Lúcifer e com toda a sua beleza veio também em um pacote completo a inveja, a cobiça, a luxúria, a malícia e a violência, graças a sua forma sexuada e perfeita. E os anjos perceberam que Ele era diferente, não eram como eles. E assim Deus continuou com a sua criação... E ele criou a Terra e daí pensou, eu preciso criar alguém pra cuidar dela ou destruí-la, ah isso não importa, Eu Sou O Creador e ele apenas a Criatura. E pensando assim imaginou um anjo e o criou desta vez Homem. Daí após criar o ser Perfeito, o seu Adão, ele o observou por algum tempo e viu que faltava algo para sua criatura, porque para Adão tudo criado estava ou vivia muito bem, muito bom e muito certo. Não havia discussões, não havia brigas e tudo era livre e quieto e silencioso e ele só ficava brincando ou se coçando o dia todo... Então Deus pensou: _ Ah! Mais assim não dá, vai ficar muito parado... E ele se lembrando do sucesso de seu último anjo diante dos demais, Criou outro ser com as características de Lúcifer, mas ao contrário do seu anjo preferido, ele apenas colocou essas qualidades no seu interior, no seu âmago, no seu intimo. E a esse ser curvilíneo e com seios empinados deu a ele o nome de Mulher. Ao terminar sua criação pensou vamos ver qual a capacidade e as caracteristicas desta criatura tão bela e tão sagaz. E assim ela o fez. E ela se apresentou linda e macia ao Adão como a sua Eva e ele viu nela tudo àquilo que ele não possuía e viu também em seu corpo um brinquedo, um gostoso e flexível brinquedo, do qual não se enjoa, não, ao menos os seres imperfeitos. E Adão e Eva resolveram descobrir como brincar e isso lhes trouxe o conhecimento do corpo e do intimo de cada um e como eles não mais queriam fazer nada além de brincar e brincar... Deus os expulsou do Paraíso e amaldiçoou Eva com o dom da procriação... Já que esse foi o único jeito de transformar seres imperfeitos com gosto e gozo para brincar em algo consumido, envelhecido e estéreis. Adão não gostou e preferiu seguir Eva até o fim do mundo, ou quem sabe de outros mundos e morrer por ela, se assim fosse preciso, se assim fosse necessário, pelo menos enquanto ele, Adão estivesse apaixonado, louco,fissurado por ela... E assim Criou-se a humanidade e a sociedade na Terra. E foram se procriando, gerando outras criaturas, e outras e outras... E assim a história segue, mas com o tempo o infeliz e másculo Adão viu a Mulher como um ser fraco e feminino. Lindo, mas fraco. Coitado dele que pensou assim.... Ele sempre fora o ser dominado, possuído, escravizado e débil.... Mas como em tudo há opostos, alguns adãos não gostaram de se sentir assim e se fazendo de monstros deram á Mulher a única profissão que irá pertencê-la, por mérito e por direito, desde a Criação... A prostituição.... E alguns desses adãos, a maioria, diga se de passagem, deram a umas, também a maioria absoluta diga se de passagem, que aceitaram, concordaram e tranquilamente refletiram em si mesmas, as mesmas qualidades e caracteristicas que aos homens lhes eram inerentes e naturais e esses por sua vez agraciados, presenteados e satisfeitos por tal feito, por tal conduta, deram a elas um título, um nome, uma classificação, o de mulher casada, senhora de família ou minha propriedade. Às outras poucas, diga se também de passagem, que não conseguiram refletir tais qualidades que a elas não pertenciam, tão mansamente, tão tranquilamente, esses mesmos adãos deram e alcunharam-nas com o nome, com o titulo de adúlteras, perdidas, devassas, prostitutas. E com isso, eles, adãos, ofertaram à Mulher o Meio mais fácil e enriquecedor do mundo. Deu a elas o SEXO como profissão. Sim, é cruel, mas é verdade, todas as mulheres são sim prostitutas... E hoje não precisamos observar e nem analisar tanto. Sim somos, fomos e sempre seremos prostitutas... Umas são muito bem pagas e famosas e a essas hoje é um dia de presentes e homenagens, e isso basta acessar a Midia... E à outras, a maioria que não são tão assim valorizadas, beneficiadas com luxo e seda, mas que continuam perdurando no tempo e no espaço como prostitutas, mas nem sabe que o são, a essas alguns vão lhes render algumas palavras de Feliz Dia Internacional da Mulher... Mas enfim deixando esses comentários de lado, porque hoje é um dia de homenagens, vamos homenagear a mulher no que ela e só ela consegue fazer neste mundo, que é procriar... E a esse belo míster, o qual a mulher faz tão bem, tão bem que nenhum homem gostaria ou pensa em fazer, vamos homenagear a única coisa que dá beleza e divindade a esse ser que tem o titulo único de Mãe. Como dizem Mãe só tem uma e se Deus, Que é o Creador deu a todos uma Mãe, é porque ele queria que seu filho ou filha fosse criado por uma criatura, pra ser uma criatura que um dia também serão criadores de outras criaturas. E em toda essa lenga, lenga genética sempre entra, surge, explode o único míster da mulher, míster este que ninguém vive sem e ninguém se vive bem depois que o descobre e ao conhecê-lo somos amaldiçoados com a vontade, o poder, a volúpia e a malícia.... Sim! Somos e seremos sempre prostitutas e prostituídas. E depois há seres que um dia disse que a Mulher é um ser fraco... Quem realmente é fraco... Não sei se seres fracos e débeis que fazem outros que se julgam fortes e potentes se ajoelharem ou cair diante de si com apenas alguns sussurros, decotes ou lágrimas... Podem ser considerados fracos... É algumas de nós até preferimos assim, eu pelo menos prefiro assim, prefiro ser uma Satã, uma Lúcifer do que um Anjo... Eu explico meu confuso, minha confusa colega, é mil vezes melhor ser o que nós somos e assumirmos nossas características do que viver, representar um papel de uma mulher iludida, imobilizada, humilhada, por não refletir o nosso verdadeiro ser, o nosso verdadeiro Eu. E outra também, pra mim e só pra mim, é mil vezes melhor ter um ser apaixonado, de joelhos, prostrados ou caídos por você, o qual ele te dá o poder e o prestígio, de melhorá-los, do que ser um Anjo, um ser amável e meigo e aceitá-lo, assim tal como ele é, e moldá-los, transformá-los em bastardos inglórios, sem honra e sem fé.
Por VIVIAN SOUZA.
Por VIVIAN SOUZA.
sábado, 6 de março de 2010
Bemestar é o q desejo a vc e pense antes de fazer algo ou alguma coisa! Não por mim, mas em respeito ao mundo já tem coisas Feia e Doente demais
Olá! Bom dia! Você já se amou hoje???
É vivemos e convivemos em um mundo doido, rápido e complexo. Sim tão complexo e fútil que não dedicamos tempo a nós mesmos. Mas esse tempo que eu estou pedindo pra você, não é tempo de fazer o que gosta ou o que não gosta, de sair de casa ou não sair, de amar o outro ou não. Esse tempo que estou questionando de você é se você já parou hoje e se perguntou na frente do espelho O QUE EU POSSO FAZER HOJE PARA MIM QUE EU VOU MELHORAR EMBELEZAR O MEU MUNDO??? E o que é o seu mundo?? Qual é o seu mundo??? Seu mundo meu caro, minha cara é o seu corpo. É ele o seu mundo. É ele que tem o seu governo. E aí você está governando bem o seu mundo? Você está valorizando bem o seu mundo? Está alimentando-o bem ou o está enchendo, transbordando de porcarias. Enfim como está o seu mundo, ele pode ser externo ou interno, não importa, mas ele é o seu MUNDO, possui as regras do seu GOVERNO, e representa, reflete e demonstra o quanto você cuida do seu mundo. O seu corpo é seu templo. Então já parou pra pensar que você tem que criar filosofias para fazê-lo funcionar melhor, para abastecê-lo, para complementá-lo da melhor maneira possível e porque não até a que você pensa que é impossível. O impossível só existe em nossas mentes. É nela que estão todas as suas soluções ou todos os seus problemas, seus vícios, seus hábitos. E aí você já se decidiu, você quer o seu MUNDO bem ou mal, bom ou ruim, feio ou belo, verdadeiro ou falso. Fica aí o meu pequeno discurso sem pé e nem cabeça, para você pensar e se decidir o que é mais importante pra ti cuidar do outro ou cuidar e valorizar a si mesmo, para só assim você despertar o melhor do OUTRO.
Por Vivian Souza.
É vivemos e convivemos em um mundo doido, rápido e complexo. Sim tão complexo e fútil que não dedicamos tempo a nós mesmos. Mas esse tempo que eu estou pedindo pra você, não é tempo de fazer o que gosta ou o que não gosta, de sair de casa ou não sair, de amar o outro ou não. Esse tempo que estou questionando de você é se você já parou hoje e se perguntou na frente do espelho O QUE EU POSSO FAZER HOJE PARA MIM QUE EU VOU MELHORAR EMBELEZAR O MEU MUNDO??? E o que é o seu mundo?? Qual é o seu mundo??? Seu mundo meu caro, minha cara é o seu corpo. É ele o seu mundo. É ele que tem o seu governo. E aí você está governando bem o seu mundo? Você está valorizando bem o seu mundo? Está alimentando-o bem ou o está enchendo, transbordando de porcarias. Enfim como está o seu mundo, ele pode ser externo ou interno, não importa, mas ele é o seu MUNDO, possui as regras do seu GOVERNO, e representa, reflete e demonstra o quanto você cuida do seu mundo. O seu corpo é seu templo. Então já parou pra pensar que você tem que criar filosofias para fazê-lo funcionar melhor, para abastecê-lo, para complementá-lo da melhor maneira possível e porque não até a que você pensa que é impossível. O impossível só existe em nossas mentes. É nela que estão todas as suas soluções ou todos os seus problemas, seus vícios, seus hábitos. E aí você já se decidiu, você quer o seu MUNDO bem ou mal, bom ou ruim, feio ou belo, verdadeiro ou falso. Fica aí o meu pequeno discurso sem pé e nem cabeça, para você pensar e se decidir o que é mais importante pra ti cuidar do outro ou cuidar e valorizar a si mesmo, para só assim você despertar o melhor do OUTRO.
Por Vivian Souza.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Quem vier aqui e se dignificar a ler meus textos saiba que Eu escrevo pra despertar a paixão em vc e fazer vc PENSAR !
MENTIRA/ FALSIDADE/ FINGIMENTO/ HIPOCRISIA
Uma coisa que não consigo fazer é mentir, ser falsa, fingir ou ser hipócrita. Quem me conhece sabe que posso parecer assim, mas eu não sou. E não sou não é por falta de vontade não, não sou porque graças a Deus ou ao Diabo, eu tenho esse transtorno, esse defeito ou essa qualidade. Não acredito que seja qualidade porque isso nos faz viver sozinhos. Pessoas verdadeiras, sinceras e corajosas, sim porque para apreender, buscar, conhecer e utilizar a verdade é necessária muita coragem. Mais do que isso, acho eu que é necessário mais que coragem é necessário ser transtornado, surtado hoje em dia. Mas já que as pessoas insistem em continuar hipócritas quando o assunto é encarar o seu crescimento pessoal penso eu que ela viverá a vida inteira vivendo como um impostor. Um impostor não para o outro, mas para si próprio o que é pior. Porque o que sobra de você se você for lançado entre grades. O que sobra de você se for abençoado pela morte. O que sobra de você se lhe tirarem sua memória. O que sobra? Você. A sua essência. Seus gostos e desgostos. Venhamos e convenhamos, o que vem a ser gosto ou desgosto, já parou pra pensar que tudo ocorre devido o seu conhecimento de época, o seu conhecimento do dia, o seu conhecimento da pessoa, e que esse conhecimento é fútil, inútil e superficial. Nós estamos mudando continuamente no tempo e no espaço, o que sou hoje não serei amanhã e o que serei amanhã não fui hoje, e assim a vida segue... Uns tem a coragem de se assumirem como novos a cada manhã, outros já criticam de cara, outros já desistem afinal mudar é algo tão extremamente difícil, cansativo e autodidata que essa porcentagem não consegue ver além do conjunto de palavras, não param pra degustar o sentido, o significado, a definição, mas mesmo não entendendo, mesmo não compreendendo, Abriga, Asila, Protege, Acolhe bandeiras e as levantam sem ao menos parar e pensar, Eu sou mais um ou Eu vou saber fazer a diferença, se Aqui eu postar, se Aqui eu permanecer, ou quem sabe se Aqui eu gostar e ficar.
Por VIVIAN SOUZA.
Uma coisa que não consigo fazer é mentir, ser falsa, fingir ou ser hipócrita. Quem me conhece sabe que posso parecer assim, mas eu não sou. E não sou não é por falta de vontade não, não sou porque graças a Deus ou ao Diabo, eu tenho esse transtorno, esse defeito ou essa qualidade. Não acredito que seja qualidade porque isso nos faz viver sozinhos. Pessoas verdadeiras, sinceras e corajosas, sim porque para apreender, buscar, conhecer e utilizar a verdade é necessária muita coragem. Mais do que isso, acho eu que é necessário mais que coragem é necessário ser transtornado, surtado hoje em dia. Mas já que as pessoas insistem em continuar hipócritas quando o assunto é encarar o seu crescimento pessoal penso eu que ela viverá a vida inteira vivendo como um impostor. Um impostor não para o outro, mas para si próprio o que é pior. Porque o que sobra de você se você for lançado entre grades. O que sobra de você se for abençoado pela morte. O que sobra de você se lhe tirarem sua memória. O que sobra? Você. A sua essência. Seus gostos e desgostos. Venhamos e convenhamos, o que vem a ser gosto ou desgosto, já parou pra pensar que tudo ocorre devido o seu conhecimento de época, o seu conhecimento do dia, o seu conhecimento da pessoa, e que esse conhecimento é fútil, inútil e superficial. Nós estamos mudando continuamente no tempo e no espaço, o que sou hoje não serei amanhã e o que serei amanhã não fui hoje, e assim a vida segue... Uns tem a coragem de se assumirem como novos a cada manhã, outros já criticam de cara, outros já desistem afinal mudar é algo tão extremamente difícil, cansativo e autodidata que essa porcentagem não consegue ver além do conjunto de palavras, não param pra degustar o sentido, o significado, a definição, mas mesmo não entendendo, mesmo não compreendendo, Abriga, Asila, Protege, Acolhe bandeiras e as levantam sem ao menos parar e pensar, Eu sou mais um ou Eu vou saber fazer a diferença, se Aqui eu postar, se Aqui eu permanecer, ou quem sabe se Aqui eu gostar e ficar.
Por VIVIAN SOUZA.
* Esquizofrênia?? Loucura?? *
Hoje despertei pensando. O que será de nós, eu ou você, se nós perdêssemos nossa identidade, nossa personalidade ou nossa razão. Você já parou algum dia para pensar que isso a qualquer momento pode ocorrer com você. Um gene desgraçado pode despertar nesse seu belo corpo e dizer de hoje em diante quem vai tomar conta de você sou eu. Você aqui não manda mais. E como numa espécie de possessão demoníaca, ele te governar do dia para noite ou vice-versa. Já parou pra imaginar como seria visto por vossos familiares. Por vossos amados amigos. Por vossos companheiros. E pela sociedade. Coitados de nós se cairmos nas mãos de alguns terapeutas, para eles os pacientes apenas representam um belo cheque de forma gradual e constante. Tirando o fato de que quando você se senta diante da cadeira de uma psiquiatra, ele pode brincar de Deus e assinar um termo que porá fim na sua vida. Digo vida porque além de você já ter um novo dono que não se – preocupa nem um pouco se está te humilhando ou te torturando, você terá também o belo estigma de louco. Louco. Loucura. Palavra triste, tão triste que somente pessoas que convivem diuturnamente com esses seres pode definir ou não pode definir tal estado do amado paciente. No evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec, no capítulo IX está escrito:
* Pois eu vos digo que todo o que se ira contra o seu irmão será réu no juízo; e o que disser: és louco, merecerá a condenação do fogo do inferno.*
Eu quando li tais palavras me surpreendi muito, pois eu infelizmente convivo com tal tristeza ou tal graça diuturnamente, e também com toda certeza já estou lá queimando. É e deve ser por tal convívio que fui obrigada a perceber o outro, não o outro que os comuns enxergam, mas sim o outro OUTRO. Sim eu posso sim querer saber ou te conhecer no seu intimo, no seu profundo ser ou até quem sabe o seu profano ser. Não o julgo porque quem sou eu pra julgá-lo. Nosso Criador não deu esse mérito a ninguém, e acredito piamente que somente ele sabe o porquê fomos criados. E como ele é Sábio somente ele pode também prever e analisar a loucura como algo para o crescimento espiritual do paciente em questão ou de seus próximos. Próximos sim porque acho que aprendemos mais estando com o paciente do que cursando faculdades. É uma aprendizagem constante e o que é melhor, é a única aula que você pode sentir todos os seus sentidos despertar, fúria, raiva, medo, tristeza, alegria. É realmente, somente quem tem um na sua família humana pode compreender tais disparates. Somos o que somos, mas quando esse gene maldito desperta, o que você é? O que sobra de você? Seu nome. Seu corpo. Sua mente fragmentada e totalmente transtornada, surtada como o termo médico define. Não sei. Só sei que na minha humilde ignorância como ser divino que Sou, somente sei que eu não desejo isso a ninguém e é por isso meu caro, minha cara que eu o trato tão bem, tão compreensivamente bem, não importa o meio, hoje meio é detalhe, um mero e desimportante detalhe. Então eu com tudo isso vos pergunto se não é sim muito importante pensarmos nisso e avaliarmos como estamos cuidando, alimentando o nosso espírito. Estamos nutrindo o de formas pensamentos ou será que estamos apenas vivendo de ilusões. Eu despertei vivo agora dos dois, afinal ninguém neste mundo Santo de Deus consegue viver só de realidade, porque o que seria da REALIDADE senão fosse a FANTASIA. A doce e ilusória fantasia. Mas cuidado a Ilusão e a Loucura caminham lado a lado, e elas são companheiras inseparáveis do nosso Espirito.
* Pois eu vos digo que todo o que se ira contra o seu irmão será réu no juízo; e o que disser: és louco, merecerá a condenação do fogo do inferno.*
Eu quando li tais palavras me surpreendi muito, pois eu infelizmente convivo com tal tristeza ou tal graça diuturnamente, e também com toda certeza já estou lá queimando. É e deve ser por tal convívio que fui obrigada a perceber o outro, não o outro que os comuns enxergam, mas sim o outro OUTRO. Sim eu posso sim querer saber ou te conhecer no seu intimo, no seu profundo ser ou até quem sabe o seu profano ser. Não o julgo porque quem sou eu pra julgá-lo. Nosso Criador não deu esse mérito a ninguém, e acredito piamente que somente ele sabe o porquê fomos criados. E como ele é Sábio somente ele pode também prever e analisar a loucura como algo para o crescimento espiritual do paciente em questão ou de seus próximos. Próximos sim porque acho que aprendemos mais estando com o paciente do que cursando faculdades. É uma aprendizagem constante e o que é melhor, é a única aula que você pode sentir todos os seus sentidos despertar, fúria, raiva, medo, tristeza, alegria. É realmente, somente quem tem um na sua família humana pode compreender tais disparates. Somos o que somos, mas quando esse gene maldito desperta, o que você é? O que sobra de você? Seu nome. Seu corpo. Sua mente fragmentada e totalmente transtornada, surtada como o termo médico define. Não sei. Só sei que na minha humilde ignorância como ser divino que Sou, somente sei que eu não desejo isso a ninguém e é por isso meu caro, minha cara que eu o trato tão bem, tão compreensivamente bem, não importa o meio, hoje meio é detalhe, um mero e desimportante detalhe. Então eu com tudo isso vos pergunto se não é sim muito importante pensarmos nisso e avaliarmos como estamos cuidando, alimentando o nosso espírito. Estamos nutrindo o de formas pensamentos ou será que estamos apenas vivendo de ilusões. Eu despertei vivo agora dos dois, afinal ninguém neste mundo Santo de Deus consegue viver só de realidade, porque o que seria da REALIDADE senão fosse a FANTASIA. A doce e ilusória fantasia. Mas cuidado a Ilusão e a Loucura caminham lado a lado, e elas são companheiras inseparáveis do nosso Espirito.
quinta-feira, 4 de março de 2010
*Meu Olhar pra você, não tente me compreender apenas me-ame ou deixa-me.*
Eu estive Pensando pra te dizer
Existe em mim um sentimento q nao consigo esconder
Eu olho pra vc e fico apenas com minhas fantasias
Vc é minha/meu essa noite
Agora vc está na minha mente
Com esses olhos famintos
Um olhar pra vc
e nao posso disfarçar
Eu tenho olhos famintos
Eu sinto a mágica entre nós dois
Eu quero ter vc,
entao me escute
Eu quero te mostrar o q é o amor de verdade
Querida/o hj a noite
Agora eu tenho vc na minha mente
Com estes Olhos Famintos
um olhar em vc e eu nao consigo disfarçar
Eu tenho Olhos Famintos
e Sinto a mágica entre nós dois
Eu tenho Olhos Famintos
eu só tenho vc na minha mente
Com esses olhos famintos
Agora te peguei de surpresa
Eu preciso de vc pra ver tudo q esse amor vai ser
Eu tenho Olhos Famintos
Um olhar em vc e eu naum consigo disfarçar
Eu tenho Olhos Famintos
Agora te peguei de surpresa
Olhos Famintos...
Existe em mim um sentimento q nao consigo esconder
Eu olho pra vc e fico apenas com minhas fantasias
Vc é minha/meu essa noite
Agora vc está na minha mente
Com esses olhos famintos
Um olhar pra vc
e nao posso disfarçar
Eu tenho olhos famintos
Eu sinto a mágica entre nós dois
Eu quero ter vc,
entao me escute
Eu quero te mostrar o q é o amor de verdade
Querida/o hj a noite
Agora eu tenho vc na minha mente
Com estes Olhos Famintos
um olhar em vc e eu nao consigo disfarçar
Eu tenho Olhos Famintos
e Sinto a mágica entre nós dois
Eu tenho Olhos Famintos
eu só tenho vc na minha mente
Com esses olhos famintos
Agora te peguei de surpresa
Eu preciso de vc pra ver tudo q esse amor vai ser
Eu tenho Olhos Famintos
Um olhar em vc e eu naum consigo disfarçar
Eu tenho Olhos Famintos
Agora te peguei de surpresa
Olhos Famintos...
Isso é algo em que devemos pensar e quem sabe tomar uma Atitude significativa em nossas vidas. Eu já tomei a minha e você aí já resolveu se amar??
Ninguém quer ser o Amor de um Psicopata
Sabe hoje é um daqueles dias que o tédio está tão empossado dentro de meu corpo, que tudo me irrita tudo me chateia nada tem sentido e tudo faz sentido, é algo bem, mas bem, muito incoerente mesmo, e somente entende tal emoção quem a sente.
Às vezes, penso que sou um monstro. Dizem por aí que as pessoas fazem bem em nossas vidas, mas meu Deus que bem é esse que nos tolhe nos deprime e nos deixa no chão. Se isso for o Bem então começo a preferir o Mal. Afinal de contas podemos saber ou prever o mal, mas podemos prever o bem, a resposta é não, não podemos. E o que vem a ser o bem... Às vezes, fico tão irritada com o outro que desejo sinceramente que nossos corpos pudesse se reconstituir... Ah seria tão bom... Na hora da raiva eu poderia retalhar o outro... Aos poucos, bem devagar, me deliciar com tal ato e depois de reconstituído poderia fazer tudo de novo... Mas Deus Nosso Criador não deseja isso e melhor, Ele e somente Ele sabe que todos nós seres humanos covardes e débeis, sonhamos em retalhar pessoas vivas, mordê-las ou quem sabe mais fazer o quê... Mas enfim alguém muito sábio no passado, disse que o inferno está no Outro. Concordo plenamente nisso e pelo jeito no outro que nos ama. É digo sempre ás pessoas próximas ninguém quer ser o amor do psicopata. Mas se formos analisar friamente, qual é a diferença do psicopata ou de um amor de um ente querido, um namorado, marido ou esposa ou namorada, todos vão retalhando nossos melhores sentimentos, nossas melhores emoções, nossas melhores esperanças e vão nos roubando nossa beleza, nossa juventude, nossas vidas. A diferença é que poucos sobrevivem ao ataque de um, ao contrario dos outros casos que são atacados e não percebe o frio e meditado ataque. E que diacho de amor é esse que pagamos preço tão cruel. E que inferno sermos mais tolhidos no nosso mais profundo e profano Eu, se é isso que ainda nos mantém vivos em busca de uma melhor evolução, porque então guardá-los, trancafiá-los ou pior esquecê-los. Mas não, não esquecemos, pelo contrario, ele vai crescendo, aumentando, e quando solto aí é um Deus nos acuda. E ninguém mais segura. E o pior é quando despertamos para esse autoconhecimento: primeiro ficamos assustados, depois entramos em pânico e por fim, só no final depois de tanto sofrer, descobrimos que aquilo é o que somos. E será que todos, sem exceção, não são seres profanos, criaturas das sombras, ou simples sugadores, sugadores não de sangue, mas de vida, de alegrias, de prazeres. Sim, chego à triste e melancólica conclusão, que sim somos sim, e que se ainda não fomos ou não tivemos vitimas, seremos e formaremos novas vitimas. E assim a vida se segue nesse inferno que é amar, sofrer, perdoar, aceitar e se anular, anular diante de ti mesmo. È realmente o inferno é o outro porque somente o outro nos aprisiona com um sorriso, um pedido, um apelo ou quem sabe se tornando o nosso vicio. Único vício que nos leva, carrega, nos direciona ao empíreo e depois nos joga e esquece no precipício.
Sabe hoje é um daqueles dias que o tédio está tão empossado dentro de meu corpo, que tudo me irrita tudo me chateia nada tem sentido e tudo faz sentido, é algo bem, mas bem, muito incoerente mesmo, e somente entende tal emoção quem a sente.
Às vezes, penso que sou um monstro. Dizem por aí que as pessoas fazem bem em nossas vidas, mas meu Deus que bem é esse que nos tolhe nos deprime e nos deixa no chão. Se isso for o Bem então começo a preferir o Mal. Afinal de contas podemos saber ou prever o mal, mas podemos prever o bem, a resposta é não, não podemos. E o que vem a ser o bem... Às vezes, fico tão irritada com o outro que desejo sinceramente que nossos corpos pudesse se reconstituir... Ah seria tão bom... Na hora da raiva eu poderia retalhar o outro... Aos poucos, bem devagar, me deliciar com tal ato e depois de reconstituído poderia fazer tudo de novo... Mas Deus Nosso Criador não deseja isso e melhor, Ele e somente Ele sabe que todos nós seres humanos covardes e débeis, sonhamos em retalhar pessoas vivas, mordê-las ou quem sabe mais fazer o quê... Mas enfim alguém muito sábio no passado, disse que o inferno está no Outro. Concordo plenamente nisso e pelo jeito no outro que nos ama. É digo sempre ás pessoas próximas ninguém quer ser o amor do psicopata. Mas se formos analisar friamente, qual é a diferença do psicopata ou de um amor de um ente querido, um namorado, marido ou esposa ou namorada, todos vão retalhando nossos melhores sentimentos, nossas melhores emoções, nossas melhores esperanças e vão nos roubando nossa beleza, nossa juventude, nossas vidas. A diferença é que poucos sobrevivem ao ataque de um, ao contrario dos outros casos que são atacados e não percebe o frio e meditado ataque. E que diacho de amor é esse que pagamos preço tão cruel. E que inferno sermos mais tolhidos no nosso mais profundo e profano Eu, se é isso que ainda nos mantém vivos em busca de uma melhor evolução, porque então guardá-los, trancafiá-los ou pior esquecê-los. Mas não, não esquecemos, pelo contrario, ele vai crescendo, aumentando, e quando solto aí é um Deus nos acuda. E ninguém mais segura. E o pior é quando despertamos para esse autoconhecimento: primeiro ficamos assustados, depois entramos em pânico e por fim, só no final depois de tanto sofrer, descobrimos que aquilo é o que somos. E será que todos, sem exceção, não são seres profanos, criaturas das sombras, ou simples sugadores, sugadores não de sangue, mas de vida, de alegrias, de prazeres. Sim, chego à triste e melancólica conclusão, que sim somos sim, e que se ainda não fomos ou não tivemos vitimas, seremos e formaremos novas vitimas. E assim a vida se segue nesse inferno que é amar, sofrer, perdoar, aceitar e se anular, anular diante de ti mesmo. È realmente o inferno é o outro porque somente o outro nos aprisiona com um sorriso, um pedido, um apelo ou quem sabe se tornando o nosso vicio. Único vício que nos leva, carrega, nos direciona ao empíreo e depois nos joga e esquece no precipício.
Um pequeno conto para vocês, que fiz logo após ler um sem sal, sem açúcar e sem pimenta!
UM BELO ESPÉCIME
Eu estava sentada em meu banco de pedra, lindamente sentada, ereta e linda como uma estátua. Não havia nenhum banco de pedra ali, não naquela estrada deserta e escura, mas eu com minha força e prática o fiz de maneira tão fácil como se pode montar um de lego. Eu estava ali sentada e pensando em minha vida. A minha vida estava tão vazia naqueles últimos tempos, tão tristemente, irritantemente vazia, depois que decidi deixar de tentar e esperar chegar a...
Mas nesta noite, esta noite eu queria um homem. Qualquer um, não me importava mais com o que eu iria fazer depois...
Havia muito que eu não sentia como era ser tocada, acariciada e naquela noite em questão, eu estava ali parada sonhando, pensando e analisando os pontos a favores e negativos, mas se fossem como no passado novamente teria somente pontos negativos... E eu já estava velha demais pra não ficar entediada depois de mais uma frustração... Eu estava ali sentada sozinha, na escuridão da noite, na madrugada fria que eu não sentia, e eu era uma linda mulher, uma aparição para muitos, meus vestidos ousados e colantes delienavam o meu belo corpo. Trazia pendurado ao pescoço e que brilhava em meu colo um lindo e antigo cordão de ouro com um belo crucifixo ao peito, que ao invés de demonstrar religiosidade demonstrava que eu era o profano querendo me divertir com o sagrado, com o divino. Minha cabeleira loira avermelhada demonstrava que eu era uma mulher selvagem. Meu caminhar demonstrava toda a minha feminilidade e meus traços eram perfeitos. Pele perfeita, sem nenhum risco ou uma veia sequer, eu era lindamente linda... Há anos eu não podia andar pelas ruas da cidade sem que eu tivesse que ouvir piadinhas sexuais ou ser confundida com prostitutas de luxo, e eu sorria quando de bom humor e pensava...ah se eu fosse você eu não queria experimentar essa prostituta aqui. Eu poderia não me controlar e daí coitadinho de quem eu provasse... E com toda a certeza essa não seria a primeira vez e muito menos a última...
Eu estava sozinha. Sozinha no mundo. Mas o meu mundo era diferente. Eu não flertava com a morte. E eu apenas ia seguindo o meu caminho, sozinha, lindamente sozinha. O tempo também não queria nada comigo, pelo menos o meu corpo era incólume a ele. Desde o dia que despertei deitada debaixo daquela imensa árvore, com minha roupa toda rasgada, e sinais por todo o lugar de que eu fora atacada, que eu fora usada, eu me despertara já com este meu belo corpo e minha cabeleira. Eu não sentia mais dor, eu não sentia mais medo e eu não sentia mais amor. Eu já não mais me sentia como uma mera humana. Eu agora era uma mulher e somente isso. Uma bela mulher que buscava um homem. Nada demais para mulheres. Mulheres sempre buscam seu príncipe. Seu companheiro. Seu cafajeste.
E eu estava neste momento querendo apenas um homem... Eu já perdera a esperança de arrumar um parceiro, um companheiro ou quem sabe sonhando muito, demasiadamente um marido.
E eu estava ali sentada já fazia horas, porque para mim tanto fazia o tempo, e estava pensando e imaginando como eu iria abordar a vitima, o coitado. E eu não estava com a mínima vontade de me fazer de atriz, coisa que fazia com perfeição, como um predador que namora sua presa.
Eu então ouvi uns resmungos e uma passada forte. E alguém chutou algo com força e disse por entre os dentes: _ Se você não fosse meu brutu, eu te mandaria pro ferro velho. Mas amanhã venho te buscar lata velha querida e fechou com força, com certeza, o capô. O homem saiu caminhando, pisando forte no asfalto. Resmungando, xingando coisas que eu não queria saber. Eu nem movi meu corpo, nada, apenas o escutava a cada passada mais perto. Eu já estava cansada demais pra ficar dando atenção a futilidades. Já havia feito isso tantas e tantas vezes e tudo terminava em sangue.
Agora queria evitar o sangue, não que eu não me deliciasse ao ver o sangue escorrer, vermelho, quente e viscoso por sobre o leito. Mas foram tantas e tantas vezes e de tantas as maneiras que eu não queria isso agora. Apenas havia me decidido a esperar. Nada mais...Esperar...
O tempo passou como sempre passava e as passadas chegaram próximas e então ouvi algo novamente: _ Uau... Puta que pariu... Que visão... Brutu meu colega obrigado... ETA carrinho bom...
Eu não estava na estrada... Mas estava sentada próxima a ela e logicamente minha beleza era um alvo fácil ali. Ainda mais uma mulher linda, sentada com suas belas pernas cruzadas, seios cheios e um vestido esvoaçando mostrando sua pele alva. Realmente uma aparição.
E pelo jeito assim como todos outros, ele gostou do que viu e logo ficou animado, pensando no predador como mera presa. Repeti mentalmente pra mim mesma... Coitado...coitadinho... Deus perdoa-nos porque nós não sabemos o que fazemos... Principalmente eu que tudo sei, é verdade, mas nada sinto... E pela primeira vez depois de horas levei a mão no belo crucifixo e levei á boca, beijando-o. Como se aquele ato fosse um ato de reverência e de respeito a Deus.
Ele se aproximou e limpando a garganta disse com seu tom sério: _ Está perdida senhorita?
Eu apenas balancei a cabeça que não. Não queria falar com ele.
Ele então se aproximou mais de mim. E eu pensando se você fosse esperto, fugiria. Ainda mais hoje.
_ Está esperando alguém?? E eu balancei novamente a cabeça negativamente. E ele continuou:
_ Mora perto moça? E novamente fiz que não.
Ele então veio passos firmes e sentou-se ao meu lado. Eu me distanciei dele e o vestido caiu mostrando ainda mais minhas coxas torneadas. Ele olhou é lógico. Tudo em mim era sedução. Eu era o divino e o profano. O céu e o inferno. Eu era a personificação da perfeição e da sedução tudo em uma só. Eu podia ser perfeita, a amante ideal, a mulher perfeita no ver de um homem.
Ele então começou com sua voz máscula: _ O que diabos uma moça tão linda está fazendo nesta maldita estrada deserta de madrugada?
Deu vontade de responder a ele, mas modificando suas palavras, e eu o fiz mentalmente só pra mim, como se quisesse me convencer de algo antes de fazer. O que Deus-do-céu um moço saudável está fazendo nesta bendita estrada deserta de madrugada. E então eu o olhei. E ele era lindo. Um belo espécime. Pensei. Talvez o melhor de todos até agora. Pensei, eu o quero. Mas não vou mordê-lo. Não, não vou.
E então pela primeira vez, ainda com a cabeça abaixada disse com voz sensual:_ Eu estou esperando por um homem. Pode ser qualquer um. Não me importo.
E ele olhou novamente pra mim e eu pela primeira vez também analisei o material a ser comprado. Ele era a testosterona em pessoa. Ele era másculo. Homem. Era alto, magro, forte, tinha os cabelos curtos bem cortados, suas mãos eram macias e seus dedos deveriam ser ágeis. Sua pele era de um moreno-claro, e seus olhos e seus dentes perfeitos brilhavam ao ver minha beleza. Ele usava calça jeans escura, camiseta preta, camisa de flanela, jaqueta e um belo par de coturnos. E isso demonstrava que não era qualquer um. Sim, era um belo espécime. E deu vontade da gata aqui brincar com o rato ali. È seria uma pena se ele não superasse minhas expectativas, tão lindo, tão másculo, tão moldado. Sim, moldado, ele devia ser aqueles homens magros e trincados por natureza. Ele tinha charme e beleza genéticos. Pensei mais uma vez em Deus. Será que Deus, nosso criador, atendeu minhas preces. E pensando nisso disse ao moço bonitão com minha voz grave agora: _ E se não houvesse perigo nenhum pra mim aqui? E se eu fosse o perigo, moço?? O que você faria??
E ele riu e com seu ar machão disse com sua voz rouca: _ Eu adoro o perigo. Ainda mais com curvas tão acentuadas. Ah e belo crucifixo, moça. Eu sorri ao ouvir suas palavras e pensei é realmente um belo espécime. E também tem bom humor. Seria uma perda. Sinceramente uma perda, se eu fosse sincera, seria. Eu continuei: _ Não tem medo?
E ele riu mais uma vez e disse com sua voz rouca: _ E lá sou bicha pra ter medo. Eu sou homem. E eu não tenho medo de nada. Abraço até a morte se for necessário. Ainda mais se ela fosse como você. Uau!! Aí eu não iria ficar só no abraço.
Eu sorri e como disse ele era um belo espécime e eu não iria mordê-lo, mas também não iria mentir pra ele, então eu continuei, agora virando rápido o corpo e ficando de frente pra ele e debruçando o corpo bem próximo ao dele disse com voz rouca sussurrada: _ Quer ver porque a moça aqui é o perigo??
Ele fez que sim com a cabeça olhos fixos em meu decote, em meus seios firmes e redondos, e no crucifixo que os tocava, conforme a minha respiração. Eu continuei e disse com voz sensual olhe bem pra mim e me fala o que vê.
Ele se levantou, afastou um pouquinho e disse com sua voz maliciosa: _Uma bela mulher que necessita de um companheiro, e que deu sorte de ter me achado. Eu gostei da sua resposta. Ele leu o meu desejo daquela noite e todas as demais perdidas no tempo, e então eu sorri e mostrei a ele as minhas belas presas, meus caninos se encostando em minha boca vermelha e carnuda. Ele sorriu ao ver e disse com seu jeito machão: _ Meu Deus obrigado pela dádiva. Vai ser a melhor primeira vez da minha vida. Ou será da minha eterna vida.
Eu me assustei. Até ali foram muitos. Muitos mesmo. Mas nenhum deles, nenhum teve a mesma reação ao descobrir que eu era uma vampira. E ali estava ele me olhando quase babando de desejo e sorrindo por descobrir uma legitima e sexy vampira.
Ele se aproximou e disse com seu jeito másculo: _ E ai ainda quer um homem?
E eu com desejo, minha volúpia aumentava a cada segundo que permanecia ali perto dele, disse com voz sensual: _ Quero! Oh como quero, como desejo um homem. E ele com sua voz rouca: _ Posso ser esse homem. Não vai ser nenhuma tortura, antes mais vai ser um prazer. Poder tocá-la, senti-la na real e quem sabe amar-te como há tempos não é amada.
Olhei pra ele incrédula. Ele me olhou e piscou pra mim. E eu já me segurando disse com minha voz sensual sussurrada: _Pode. Mas não vou mordê-lo. Eu o quero apenas como homem. Macho da espécie e só. Não vou mordê-lo.
E ele como se alguém lhe tivesse tirado algo de muito importante disse com sua voz jovial: _ Droga! Merda! Eu queria. Ia ser um vampiro bonitão. Gostosão. Iria ter um monte de vampiras. Uau! Quanta honra seria.
E eu me levantando e me aproximando ainda mais do seu corpo, e colocando agora minhas mãos macias e frias em seu rosto, o que fez ele se arrepiar todo, disse sussurrando mais uma vez, agora bem próximo ao seu ouvido: _ Eu não vou mordê-lo. Mas agora me faça sua. Toda sua.
E ele descendo sua cabeça me beijou e eu senti em seu beijo todo o desejo que ele sentia por meu belo corpo. Ele se juntou mais a mim, me abraçando e com uma mão desceu a minha coxa e subiu pela curva de meu corpo, subiu das coxas até meu pescoço, passando por meu seio túmido e apertando-o com desejo e a me ver gemer com seu toque, ele disse com sua voz grave agora no meu ouvido, o que me fez arrepiar depois de muito e muito tempo: _ Vai ser um prazer torná-la minha mulher. Minha única mulher.
Eu estava sentada em meu banco de pedra, lindamente sentada, ereta e linda como uma estátua. Não havia nenhum banco de pedra ali, não naquela estrada deserta e escura, mas eu com minha força e prática o fiz de maneira tão fácil como se pode montar um de lego. Eu estava ali sentada e pensando em minha vida. A minha vida estava tão vazia naqueles últimos tempos, tão tristemente, irritantemente vazia, depois que decidi deixar de tentar e esperar chegar a...
Mas nesta noite, esta noite eu queria um homem. Qualquer um, não me importava mais com o que eu iria fazer depois...
Havia muito que eu não sentia como era ser tocada, acariciada e naquela noite em questão, eu estava ali parada sonhando, pensando e analisando os pontos a favores e negativos, mas se fossem como no passado novamente teria somente pontos negativos... E eu já estava velha demais pra não ficar entediada depois de mais uma frustração... Eu estava ali sentada sozinha, na escuridão da noite, na madrugada fria que eu não sentia, e eu era uma linda mulher, uma aparição para muitos, meus vestidos ousados e colantes delienavam o meu belo corpo. Trazia pendurado ao pescoço e que brilhava em meu colo um lindo e antigo cordão de ouro com um belo crucifixo ao peito, que ao invés de demonstrar religiosidade demonstrava que eu era o profano querendo me divertir com o sagrado, com o divino. Minha cabeleira loira avermelhada demonstrava que eu era uma mulher selvagem. Meu caminhar demonstrava toda a minha feminilidade e meus traços eram perfeitos. Pele perfeita, sem nenhum risco ou uma veia sequer, eu era lindamente linda... Há anos eu não podia andar pelas ruas da cidade sem que eu tivesse que ouvir piadinhas sexuais ou ser confundida com prostitutas de luxo, e eu sorria quando de bom humor e pensava...ah se eu fosse você eu não queria experimentar essa prostituta aqui. Eu poderia não me controlar e daí coitadinho de quem eu provasse... E com toda a certeza essa não seria a primeira vez e muito menos a última...
Eu estava sozinha. Sozinha no mundo. Mas o meu mundo era diferente. Eu não flertava com a morte. E eu apenas ia seguindo o meu caminho, sozinha, lindamente sozinha. O tempo também não queria nada comigo, pelo menos o meu corpo era incólume a ele. Desde o dia que despertei deitada debaixo daquela imensa árvore, com minha roupa toda rasgada, e sinais por todo o lugar de que eu fora atacada, que eu fora usada, eu me despertara já com este meu belo corpo e minha cabeleira. Eu não sentia mais dor, eu não sentia mais medo e eu não sentia mais amor. Eu já não mais me sentia como uma mera humana. Eu agora era uma mulher e somente isso. Uma bela mulher que buscava um homem. Nada demais para mulheres. Mulheres sempre buscam seu príncipe. Seu companheiro. Seu cafajeste.
E eu estava neste momento querendo apenas um homem... Eu já perdera a esperança de arrumar um parceiro, um companheiro ou quem sabe sonhando muito, demasiadamente um marido.
E eu estava ali sentada já fazia horas, porque para mim tanto fazia o tempo, e estava pensando e imaginando como eu iria abordar a vitima, o coitado. E eu não estava com a mínima vontade de me fazer de atriz, coisa que fazia com perfeição, como um predador que namora sua presa.
Eu então ouvi uns resmungos e uma passada forte. E alguém chutou algo com força e disse por entre os dentes: _ Se você não fosse meu brutu, eu te mandaria pro ferro velho. Mas amanhã venho te buscar lata velha querida e fechou com força, com certeza, o capô. O homem saiu caminhando, pisando forte no asfalto. Resmungando, xingando coisas que eu não queria saber. Eu nem movi meu corpo, nada, apenas o escutava a cada passada mais perto. Eu já estava cansada demais pra ficar dando atenção a futilidades. Já havia feito isso tantas e tantas vezes e tudo terminava em sangue.
Agora queria evitar o sangue, não que eu não me deliciasse ao ver o sangue escorrer, vermelho, quente e viscoso por sobre o leito. Mas foram tantas e tantas vezes e de tantas as maneiras que eu não queria isso agora. Apenas havia me decidido a esperar. Nada mais...Esperar...
O tempo passou como sempre passava e as passadas chegaram próximas e então ouvi algo novamente: _ Uau... Puta que pariu... Que visão... Brutu meu colega obrigado... ETA carrinho bom...
Eu não estava na estrada... Mas estava sentada próxima a ela e logicamente minha beleza era um alvo fácil ali. Ainda mais uma mulher linda, sentada com suas belas pernas cruzadas, seios cheios e um vestido esvoaçando mostrando sua pele alva. Realmente uma aparição.
E pelo jeito assim como todos outros, ele gostou do que viu e logo ficou animado, pensando no predador como mera presa. Repeti mentalmente pra mim mesma... Coitado...coitadinho... Deus perdoa-nos porque nós não sabemos o que fazemos... Principalmente eu que tudo sei, é verdade, mas nada sinto... E pela primeira vez depois de horas levei a mão no belo crucifixo e levei á boca, beijando-o. Como se aquele ato fosse um ato de reverência e de respeito a Deus.
Ele se aproximou e limpando a garganta disse com seu tom sério: _ Está perdida senhorita?
Eu apenas balancei a cabeça que não. Não queria falar com ele.
Ele então se aproximou mais de mim. E eu pensando se você fosse esperto, fugiria. Ainda mais hoje.
_ Está esperando alguém?? E eu balancei novamente a cabeça negativamente. E ele continuou:
_ Mora perto moça? E novamente fiz que não.
Ele então veio passos firmes e sentou-se ao meu lado. Eu me distanciei dele e o vestido caiu mostrando ainda mais minhas coxas torneadas. Ele olhou é lógico. Tudo em mim era sedução. Eu era o divino e o profano. O céu e o inferno. Eu era a personificação da perfeição e da sedução tudo em uma só. Eu podia ser perfeita, a amante ideal, a mulher perfeita no ver de um homem.
Ele então começou com sua voz máscula: _ O que diabos uma moça tão linda está fazendo nesta maldita estrada deserta de madrugada?
Deu vontade de responder a ele, mas modificando suas palavras, e eu o fiz mentalmente só pra mim, como se quisesse me convencer de algo antes de fazer. O que Deus-do-céu um moço saudável está fazendo nesta bendita estrada deserta de madrugada. E então eu o olhei. E ele era lindo. Um belo espécime. Pensei. Talvez o melhor de todos até agora. Pensei, eu o quero. Mas não vou mordê-lo. Não, não vou.
E então pela primeira vez, ainda com a cabeça abaixada disse com voz sensual:_ Eu estou esperando por um homem. Pode ser qualquer um. Não me importo.
E ele olhou novamente pra mim e eu pela primeira vez também analisei o material a ser comprado. Ele era a testosterona em pessoa. Ele era másculo. Homem. Era alto, magro, forte, tinha os cabelos curtos bem cortados, suas mãos eram macias e seus dedos deveriam ser ágeis. Sua pele era de um moreno-claro, e seus olhos e seus dentes perfeitos brilhavam ao ver minha beleza. Ele usava calça jeans escura, camiseta preta, camisa de flanela, jaqueta e um belo par de coturnos. E isso demonstrava que não era qualquer um. Sim, era um belo espécime. E deu vontade da gata aqui brincar com o rato ali. È seria uma pena se ele não superasse minhas expectativas, tão lindo, tão másculo, tão moldado. Sim, moldado, ele devia ser aqueles homens magros e trincados por natureza. Ele tinha charme e beleza genéticos. Pensei mais uma vez em Deus. Será que Deus, nosso criador, atendeu minhas preces. E pensando nisso disse ao moço bonitão com minha voz grave agora: _ E se não houvesse perigo nenhum pra mim aqui? E se eu fosse o perigo, moço?? O que você faria??
E ele riu e com seu ar machão disse com sua voz rouca: _ Eu adoro o perigo. Ainda mais com curvas tão acentuadas. Ah e belo crucifixo, moça. Eu sorri ao ouvir suas palavras e pensei é realmente um belo espécime. E também tem bom humor. Seria uma perda. Sinceramente uma perda, se eu fosse sincera, seria. Eu continuei: _ Não tem medo?
E ele riu mais uma vez e disse com sua voz rouca: _ E lá sou bicha pra ter medo. Eu sou homem. E eu não tenho medo de nada. Abraço até a morte se for necessário. Ainda mais se ela fosse como você. Uau!! Aí eu não iria ficar só no abraço.
Eu sorri e como disse ele era um belo espécime e eu não iria mordê-lo, mas também não iria mentir pra ele, então eu continuei, agora virando rápido o corpo e ficando de frente pra ele e debruçando o corpo bem próximo ao dele disse com voz rouca sussurrada: _ Quer ver porque a moça aqui é o perigo??
Ele fez que sim com a cabeça olhos fixos em meu decote, em meus seios firmes e redondos, e no crucifixo que os tocava, conforme a minha respiração. Eu continuei e disse com voz sensual olhe bem pra mim e me fala o que vê.
Ele se levantou, afastou um pouquinho e disse com sua voz maliciosa: _Uma bela mulher que necessita de um companheiro, e que deu sorte de ter me achado. Eu gostei da sua resposta. Ele leu o meu desejo daquela noite e todas as demais perdidas no tempo, e então eu sorri e mostrei a ele as minhas belas presas, meus caninos se encostando em minha boca vermelha e carnuda. Ele sorriu ao ver e disse com seu jeito machão: _ Meu Deus obrigado pela dádiva. Vai ser a melhor primeira vez da minha vida. Ou será da minha eterna vida.
Eu me assustei. Até ali foram muitos. Muitos mesmo. Mas nenhum deles, nenhum teve a mesma reação ao descobrir que eu era uma vampira. E ali estava ele me olhando quase babando de desejo e sorrindo por descobrir uma legitima e sexy vampira.
Ele se aproximou e disse com seu jeito másculo: _ E ai ainda quer um homem?
E eu com desejo, minha volúpia aumentava a cada segundo que permanecia ali perto dele, disse com voz sensual: _ Quero! Oh como quero, como desejo um homem. E ele com sua voz rouca: _ Posso ser esse homem. Não vai ser nenhuma tortura, antes mais vai ser um prazer. Poder tocá-la, senti-la na real e quem sabe amar-te como há tempos não é amada.
Olhei pra ele incrédula. Ele me olhou e piscou pra mim. E eu já me segurando disse com minha voz sensual sussurrada: _Pode. Mas não vou mordê-lo. Eu o quero apenas como homem. Macho da espécie e só. Não vou mordê-lo.
E ele como se alguém lhe tivesse tirado algo de muito importante disse com sua voz jovial: _ Droga! Merda! Eu queria. Ia ser um vampiro bonitão. Gostosão. Iria ter um monte de vampiras. Uau! Quanta honra seria.
E eu me levantando e me aproximando ainda mais do seu corpo, e colocando agora minhas mãos macias e frias em seu rosto, o que fez ele se arrepiar todo, disse sussurrando mais uma vez, agora bem próximo ao seu ouvido: _ Eu não vou mordê-lo. Mas agora me faça sua. Toda sua.
E ele descendo sua cabeça me beijou e eu senti em seu beijo todo o desejo que ele sentia por meu belo corpo. Ele se juntou mais a mim, me abraçando e com uma mão desceu a minha coxa e subiu pela curva de meu corpo, subiu das coxas até meu pescoço, passando por meu seio túmido e apertando-o com desejo e a me ver gemer com seu toque, ele disse com sua voz grave agora no meu ouvido, o que me fez arrepiar depois de muito e muito tempo: _ Vai ser um prazer torná-la minha mulher. Minha única mulher.
Desperto...
Meu corpo ainda queima e tremula diante de uma cena de descrições e delicias em minha mente
Te procuro...
mas você não existe...
Ainda imagino os teus carinhos, teus beijos molhados, suas caricias ousadas ,seus jogos de sedução e a tua respiração ofegante... Mas você não existe, é fruto da minha fértil e liberta imaginação .... percebo a realidade... e exulto-me por você ser a mentira, a fantasia.
Estou só! E quero permanecer só! E a lembrança do seu olhar apaixonado me fascina...
Como não pensar em ti.... Como não dar vida a ti...
Que me faz viver nas nuvens
Que me fez sentir novamente o orvalho da manhã
E transformou minha vida num eterno sorrir e imaginar
Que me faz sentir mulher, menina, criança amada, doce namorada,
a amante ideal...
Quero acordar...mas também quero viver sonhando, e continuo,
ainda sonho contigo,
Levanto e imagino que estas aqui, me observando, me chamando,
me desejando, assim como sou... e deito e me deleito em meu sonho, novamente, para voltar a sonhar, a criar, a imaginar, a fantasiar você e seus próximos passos de amor
E sonho
sonho
Com teu sorriso moleque,
com suas mãos macias a me acariciar,
com seu jeito másculo de homem
e a sua boca a sussurrar
desejos e fantasias a se experimentar...
Não quero despertar... mas desperto e fico o dia e a noite a te imaginar
a te fantasiar... não quero mais acordar
porque você já faz parte do meu respirar...
e assim passo os dias a te imaginar...
mas você não existe...
não existe pra me amar... você não existe...
mas mesmo assim fico a sonhar....
mas você não existe e por isso fico exultante em te imaginar....
e porque você não existe, não perco nada em sonhar...
Meu corpo ainda queima e tremula diante de uma cena de descrições e delicias em minha mente
Te procuro...
mas você não existe...
Ainda imagino os teus carinhos, teus beijos molhados, suas caricias ousadas ,seus jogos de sedução e a tua respiração ofegante... Mas você não existe, é fruto da minha fértil e liberta imaginação .... percebo a realidade... e exulto-me por você ser a mentira, a fantasia.
Estou só! E quero permanecer só! E a lembrança do seu olhar apaixonado me fascina...
Como não pensar em ti.... Como não dar vida a ti...
Que me faz viver nas nuvens
Que me fez sentir novamente o orvalho da manhã
E transformou minha vida num eterno sorrir e imaginar
Que me faz sentir mulher, menina, criança amada, doce namorada,
a amante ideal...
Quero acordar...mas também quero viver sonhando, e continuo,
ainda sonho contigo,
Levanto e imagino que estas aqui, me observando, me chamando,
me desejando, assim como sou... e deito e me deleito em meu sonho, novamente, para voltar a sonhar, a criar, a imaginar, a fantasiar você e seus próximos passos de amor
E sonho
sonho
Com teu sorriso moleque,
com suas mãos macias a me acariciar,
com seu jeito másculo de homem
e a sua boca a sussurrar
desejos e fantasias a se experimentar...
Não quero despertar... mas desperto e fico o dia e a noite a te imaginar
a te fantasiar... não quero mais acordar
porque você já faz parte do meu respirar...
e assim passo os dias a te imaginar...
mas você não existe...
não existe pra me amar... você não existe...
mas mesmo assim fico a sonhar....
mas você não existe e por isso fico exultante em te imaginar....
e porque você não existe, não perco nada em sonhar...
AUTO_DESCRIÇAO
Olá eu sou a Frauvivian, Muito Prazer!
Bem vindo á minha vida. Se você está lendo essas poucas palavras é porque você se interessou em saber mais sobre quem é a Frauvivian. Pois bem eu vou lhe explicar meu caro, minha cara, eu sou um ser. Sou um individuo e gosto de ser individuo. Não quero e não desejo ser igual a ninguém. Respeito os outros seres ou os admiro e só. Não levanto bandeiras por nada nem por ninguém. Eu sei respeitar, sei admirar, sei mimar, sei ser amiga, amante ou conselheira. Sou pra todas as horas. Paro o meu mundo se alguém precisar de mim, mas sei ser também direta, concisa e precisa. Luxúria e Volúpia deveriam ser o meu sobrenome. Não gosto de nada e nem de ninguém, acho. Pra minha pessoa todos são seres únicos e insubstituíveis. Então não venha com essa que outra pessoa venha ocupar o lugar daquela que se foi porque não ocupa. A cada um que entra em nossos dias e ganham nossa permissão de morar em nossos corpos, se um dia vão embora, nos deixam marcas, algumas nos deixam marcas profundas e difíceis de cicatrizar. Pessoas pra mim é um ótimo instrumento para aprimorar o meu conhecimento. Conhecimento esse que pode ser em ilimitados níveis e planos. Cada um tem seu modo de ver as coisas, de senti-las ou de imaginá-las. Eu vos apresento o meu se gostas bem, senão gostas não posso fazer nada. Mas você tem todo o direito de me deletar de sua vida ou me ignorar. Como eu disse isso me afeta, mas não me abala em nada. Eu sou mais EU sempre. Sou diferente e isso deve ser o meu charme. Começando pelas minhas medidas aos treze já tinha 1,76m, 51 kgs e um corpo violão... Além de ser a única Vivian de uma cidadezinha pequena....Alguns gostam, outros não....
Hoje somente mudei meu peso graças ao Nosso Criador, não gosto de ser sensível. Sou um mulherão, mas tenho mente masculina. Então mulheres de plantão não queiram se comparar a mim porque sim eu sou diferente de vocês sim. O mundo de vocês só me chama atenção se for justo, colante e longo.
Os homens me amam e sonham comigo e eu amo todos eles. Para mim homem é a melhor coisa do mundo. Tudo neles me interessa. Apenas os ignoro se eles se apaixonarem por mim o que é muito comum devido meu jeito sensual de tratá-los. Mas eu nunca fiz isso deixo isso ao seu cargo... Não gosto de ferir ninguém, mas possuo características psicológicas quase de um psicopata...
Eu hoje assumo minha identidade de vampira, não porque acredito em tal como a mídia os fazem acreditar, mas assumo porque eu sempre terei essas qualidades e não me envergonho mais por isso, descobri que sem isso minha vida não tem sentido. E viver não vale a pena, não como vinha vivendo. Agora meu caro, minha cara que já pode fazer 1% de idéia do que eu posso ser, espero que não me julgues por isso, pois acredita quem me Fez não me julga e apenas espera pacientemente, por toda a eternidade e sempre que eu evolua ou de uma maneira ou de outra e isso ele também o Faz e Fez com você meu querido, minha querida. Sem mais despeço desejando tê-lo ou tê-la um pouco mais em minha vida.
Por Vivian Souza.
Bem vindo á minha vida. Se você está lendo essas poucas palavras é porque você se interessou em saber mais sobre quem é a Frauvivian. Pois bem eu vou lhe explicar meu caro, minha cara, eu sou um ser. Sou um individuo e gosto de ser individuo. Não quero e não desejo ser igual a ninguém. Respeito os outros seres ou os admiro e só. Não levanto bandeiras por nada nem por ninguém. Eu sei respeitar, sei admirar, sei mimar, sei ser amiga, amante ou conselheira. Sou pra todas as horas. Paro o meu mundo se alguém precisar de mim, mas sei ser também direta, concisa e precisa. Luxúria e Volúpia deveriam ser o meu sobrenome. Não gosto de nada e nem de ninguém, acho. Pra minha pessoa todos são seres únicos e insubstituíveis. Então não venha com essa que outra pessoa venha ocupar o lugar daquela que se foi porque não ocupa. A cada um que entra em nossos dias e ganham nossa permissão de morar em nossos corpos, se um dia vão embora, nos deixam marcas, algumas nos deixam marcas profundas e difíceis de cicatrizar. Pessoas pra mim é um ótimo instrumento para aprimorar o meu conhecimento. Conhecimento esse que pode ser em ilimitados níveis e planos. Cada um tem seu modo de ver as coisas, de senti-las ou de imaginá-las. Eu vos apresento o meu se gostas bem, senão gostas não posso fazer nada. Mas você tem todo o direito de me deletar de sua vida ou me ignorar. Como eu disse isso me afeta, mas não me abala em nada. Eu sou mais EU sempre. Sou diferente e isso deve ser o meu charme. Começando pelas minhas medidas aos treze já tinha 1,76m, 51 kgs e um corpo violão... Além de ser a única Vivian de uma cidadezinha pequena....Alguns gostam, outros não....
Hoje somente mudei meu peso graças ao Nosso Criador, não gosto de ser sensível. Sou um mulherão, mas tenho mente masculina. Então mulheres de plantão não queiram se comparar a mim porque sim eu sou diferente de vocês sim. O mundo de vocês só me chama atenção se for justo, colante e longo.
Os homens me amam e sonham comigo e eu amo todos eles. Para mim homem é a melhor coisa do mundo. Tudo neles me interessa. Apenas os ignoro se eles se apaixonarem por mim o que é muito comum devido meu jeito sensual de tratá-los. Mas eu nunca fiz isso deixo isso ao seu cargo... Não gosto de ferir ninguém, mas possuo características psicológicas quase de um psicopata...
Eu hoje assumo minha identidade de vampira, não porque acredito em tal como a mídia os fazem acreditar, mas assumo porque eu sempre terei essas qualidades e não me envergonho mais por isso, descobri que sem isso minha vida não tem sentido. E viver não vale a pena, não como vinha vivendo. Agora meu caro, minha cara que já pode fazer 1% de idéia do que eu posso ser, espero que não me julgues por isso, pois acredita quem me Fez não me julga e apenas espera pacientemente, por toda a eternidade e sempre que eu evolua ou de uma maneira ou de outra e isso ele também o Faz e Fez com você meu querido, minha querida. Sem mais despeço desejando tê-lo ou tê-la um pouco mais em minha vida.
Por Vivian Souza.
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